Dando uma brecada nas resenhas dos discos recentes adquiridos, eu juro que preciso falar deste que foi um dos melhores shows do Metallica, mostrando uma faceta estranha dentre aqueles que não "gostam" da banda. O Metallica, assim como o Iron Maiden possuem uma similaridade que vem sendo posta em dia claro e com todos olhando. Trata-se dos famosos haters que nada mais são seres humanos que se utilizam dos seus computadores para ficarem atacando algo que não gostam, desde o Temer até o Metallica. Eles são formadores de opinião, gostam de comentar no post e todo mundo sob a desculpa de que o facebook é " um lugar democrático aonde pode-se dizer o que quiser". Pois bem, todos temos direito a dar opinião..... desde que seja chamado para tal. Poderia citar alguns exemplos clássicos mas como não sei se estão odiando mesmo ou sofrendo de alguma carência sexual, prefiro manter estes nomes fora desta resenha. Mas uma coisa é certa: alguns desses meninos queriam estar lá e agindo como o sargento de beleza americana, escondem um segredo que só no final do filme será revelado.
Falando do Metallica, o quarteto americano parece estar com a criatividade atual e prontos para sempre nos dar um show majestoso, afiado e sim, emocionante. Foram inúmeras vezes que senti aquela emoção de estar num show do Metallica, pois fazer parte da família ( como James enalteceu no palco) é algo surreal, uma das coisas mais lindas e inspiradoras das quais pude ter. Lógico que senti falta dos meus brothers Carlos Carioca e Wellington ( o do Guarujá) pois formamos a trinca da amizade e pensei em ambos ontem pois foram bandas como o Metallica que me proporcionaram o dom de conhecer caras tão sensacionais quanto eles, sem esquecer de Rodrigo Black cuja amizade retornou mais forte do que nunca fora que o mesmo vem me dando uma força espiritual acerca do que anda ocorrendo comigo.
E eu curti o show junto com uma galera animada, que me fez gargalhar e como é bom espalhar bondade não é mesmo? Coisas que a família da maior banda de metal de todos os tempos pode lha propor....
Falando de forma breve sobre o Lollapalooza, eu sinceramente não senti muito o festival já que a estratégia sempre bem feita por parte de Pepinho Macia foi digna de aplausos: fazer um horário de saída só para o show do Metallica. Do restante do festival, puder ver uma parte do show do Rancid, um puta show diga-se de passagem. Punk rock com algo de ska que combinou para aquela vibe ótima. Já os outros artistas, pelo bem dos céus, perdi pois não significam nada perto do que eu queria realmente ver. Salvo uma exceção: ao adentrar o festival, estava ocorrendo o show do Rapper Criolo, que devo tecer meus elogios já que o cara é inteligente e sua música agrada por ser contestadora sem agredir. Mas a noite era mesmo deles...
Pontualmente, o Metallica adentrou ao palco mas antes a clássica intro já fez valer o show. Aí meu amigo, não há coração que resista e pronto: estava eu chorando. Dizem que homem não chora. Foda-se, eu choro mesmo e acabou. O choro é pelo Metallica meu caro.
Divulgando o fantástico Hardwired .... to self - destruct a banda ontem mostrou um show fantástico, aonde a perfeição foi algo de bater palmas. E o mais legal: tocando várias faixas do disco, a banda mostrou que ainda tem a manha do negócio. Versões de Hardwired, Halo on fire ( ficou foda ao vivo!!!), Moth into flame, Now that you´re dead e Atlas Rise, sendo está última uma das melhores faixas do disco e só mostrando dois pontos importantes no show: a pegada de Hetfield nos riffs e na elegância com que se comunica com o público. E Lars Ulrich, o batera mais condenado pelos batedores de punheta de pau mole que insistem em falar que o cara não toca nada. É certo que Lars, perto de Dave Lombardo ou Charlie Benante, é realmente limitado. Mas, o cara toca com uma vontade tão gigantesca, um apetite tão voraz que a técnica pura e simples acaba indo para o segundo plano. E nesta tour, Lars vem se esforçando bastante e sua atuação foi muito foda. Kirk Hammett pode não ser Dave Mustaine e nem precisa: o cara é um monstro no que faz e com sua forma tímida mas carismática, o cara executou seus solos de forma primorosa. Prefiro ele do que muitos fritadores que não empolgam em nada. Robert Trujillo também foi um caso a parte, tocando seu baixo com a pegada desde seus tempos de Suicidal Tendencies e não foi a toa que Ozzy Osbourne ficou com ele em sua banda solo durante tanto tempo. Quando o mesmo executou Anesthesia ( Pulling teeth) foi de chorar e com certeza Cliff sorriu aonde estava. Fora isso tivemos aquelas belezas clássicas do porte de Whiplash ( nossa senhora), Master of Puppets, The Unforgiven ( sim, o black album é foda amiguinhos), Memory remains, Harvester os sorrow ( grande momento no show), Sad but true, Nothing else matters, Battery, Seek and destroy, For whom the bell tolls, Fade to black e claro Enter Sandman. Sinceramente, o Metallica fez um show próprio mas que também acabou agradando as pessoas que estavam pelo Lolla, uma democracia sem nada forçado. Com um repertório eclético, os caras serão sempre alvo de críticas pelos chamados old schools. Só que essa parcela não entende o quanto cresceram e desde o black album a banda deixou de ser apenas a banda dos fãs de metal e ficam ao lado de Rolling Stones, Aerosmith, Bon Jovi, Guns n´Roses. E não há mal nenhum nisso. Eu sinto é um baita orgulho pois batalharam e se estão entre os grandes não foi algo gratuito.
E enquanto isso, a sua banda da qual você se orgulha de ver tocando no porão da casa reclama que gostaria de estar no patamar do Metallica. Contraditório não? Banda essa que irá xingar um dia caso eles desfrutem do que o Metallica desfruta. É necessário ressaltar que não ligo se é underground ou mainstream. O cara pode ir ver o jogo do Corinthians e no dia seguinte encarar uma bela partida da burrinha. Assim como posso ver o Metallica mas não perder um puta show do Infector. Sacou?
Amo e sempre amarei o Metallica!!!!!!!!
domingo, 26 de março de 2017
sábado, 25 de março de 2017
Loverboy - Get Lucky
Confesso que sempre ouvi falar desta banda porém nunca tinha parado para ouvir com mais calma. Sempre citado pelos amantes do hard rock e do aor, o Loverboy, assim como o Cinderella devia sofrer ( e ainda sofre) com as brincadeiras decorrente do nome. Loverboy na linguagem urbana é aquele cara que propõe as moças algum divertimento. Seria uma espécie de garota de programa só que inverte: o homem é o produto e a mulher é o cliente. Não importa o que significa. O importante é que o Loverboy citado é um baita grupo de aor/hard rock, uma espécie de Foreigner menos citado mas igualmente sensacional. Get Lucky foi lançado em 81 e provando que música boa não fica velha nunca, as faixas aqui soam frescas, atuais e serve como aprendizado as novas gerações que gostam dos anos 80, desde o rock até a música pop. Formado na época por Paul Dean ( guitarra, backing vocal), Doug Johnson ( teclados), Matthew Frenette ( bateria), Mike Reno ( vocal) e Scott Smith ( baixo), o Loverboy chegou a entrar nas paradas de lá e não seria por menos já que a audição de Get Lucky comprova que os caras eram muito bons no que faziam. Parecia Foreigner? Sim. Mas qual o problema? Pior se parecesse o Coldplay....
Nesta edição remasterizada temos as 9 faixas do track list temos algumas versões alternativas de canções já existentes e nisso eu acho que poderia ser melhor analisado como por exemplo colocando versões ao vivo ou mesmo faixas inéditas. Mas o que importa mesmo são as faixas originais tendo alguns destaques entre elas como a maravilhosa e clássica Working for the weekend, cuja música traduzo o dia de hoje: um dia bonito, de folga e fazendo o que há de melhor: ouvindo um disco legal e escrevendo do que gosto.
Outras peças lapidadas da música encontram-se em When it´s over, outra aula de música feita por caras simples que somente queriam se divertir e tocar um som. Emotional destoa um pouco do material, chegando a soar como o 38 Special cruzando a avenida com o ZZ Top. It´s your life também é maravilhosa e só sendo muito mal humorado para não curtir. E depois são os outros que são chamados de "retardados" pelo guru intelectual.
Get Lucky mostra a trilha sonora duma época em que ainda fazíamos coisas sem precisar de nada para bater foto ou mesmo registrar tudo no instagram. Época essa que só quem estava lá sabe do que estou falando. Eu posso dizer que vivenciei um pouco disso no canal 7 quando ainda tínhamos aquela inocência de ser criança e adolescente ainda não era sinônimo de pura retardadice mental.
Ouça o som e não fique com preconceito idiota acerca do nome da banda....
Nesta edição remasterizada temos as 9 faixas do track list temos algumas versões alternativas de canções já existentes e nisso eu acho que poderia ser melhor analisado como por exemplo colocando versões ao vivo ou mesmo faixas inéditas. Mas o que importa mesmo são as faixas originais tendo alguns destaques entre elas como a maravilhosa e clássica Working for the weekend, cuja música traduzo o dia de hoje: um dia bonito, de folga e fazendo o que há de melhor: ouvindo um disco legal e escrevendo do que gosto.
Outras peças lapidadas da música encontram-se em When it´s over, outra aula de música feita por caras simples que somente queriam se divertir e tocar um som. Emotional destoa um pouco do material, chegando a soar como o 38 Special cruzando a avenida com o ZZ Top. It´s your life também é maravilhosa e só sendo muito mal humorado para não curtir. E depois são os outros que são chamados de "retardados" pelo guru intelectual.
Get Lucky mostra a trilha sonora duma época em que ainda fazíamos coisas sem precisar de nada para bater foto ou mesmo registrar tudo no instagram. Época essa que só quem estava lá sabe do que estou falando. Eu posso dizer que vivenciei um pouco disso no canal 7 quando ainda tínhamos aquela inocência de ser criança e adolescente ainda não era sinônimo de pura retardadice mental.
Ouça o som e não fique com preconceito idiota acerca do nome da banda....
sexta-feira, 24 de março de 2017
Pink Floyd - The Early years 1967/1972
Sexta feira. Dia de Trinca dos infernos. Enquanto não parto para mais uma noite metálica, falemos deste que é um dos melhores discos, uma banda que já nasceu criativa e a frente do seu tempo. Este disco mostra uma fase da banda que talvez muitos desconheçam em virtude da fase mais manjada da banda que engloba Dark side of the moon. Não entremos em discussão em qual fase a banda soa mais legal. O que importa é sim, ouvir o som sem ficar comparando e o clima deste disco é dos mais positivos já encontrados. Trazendo uma viagem a sonoridade próxima da perfeição, a banda, que contava com Syd Barrett nas guitarras e vocais entre 66 e 67, mostrou ao mundo que algo criativo estava sendo feito para mexer com as pessoas. É certo que o suco de goiaba ficou com muito ácido culminando na saída do mesmo mas é inegável que seu talento era sensacional. Após sua saída, um certo David Gilmour assumiu as guitarras e os vocais, dando assim uma nova diretriz no som da banda que ficou mais calcado no classic rock graças a guitarra mágica e sua linda voz.
Vindo numa embalagem lindíssima, esta edição dupla lhe fará ficar com a boca aberta pois é digna de colecionador e serve para aqueles conhecerem mais a fase inicial da banda.
Alguns temas dispensam comentários como Arnold Layne, um tema que consegue a façanha de encantar logo de cara graças a sua levada psicodélica e envolvente.
Outras pérolas podem ser encontradas em See Emily play, Matilda mother, Jugband blues, Embryo, entre outras que englobam o disco 1. O disco 2 temos mais alguns temas ricos como por exemplo na versão ao vivo de Atom Heart mother band version numa versão longa porém viciante como boa parte da discografia destes caras.
The Early years é mais que um disco. Foi muito mais do que apenas apertar o play e ouvir. Discos assim e os que virão na sequência são sim motivos mais do que reais para que aguentamos uma sociedade cada vez mais a caminho da utopia e burrice. Num dos poucos momentos de felicidade, ouvir esta joia está entre as melhores coisas da vida.
Pink Floyd é foda!!!!!!!!
Vindo numa embalagem lindíssima, esta edição dupla lhe fará ficar com a boca aberta pois é digna de colecionador e serve para aqueles conhecerem mais a fase inicial da banda.
Alguns temas dispensam comentários como Arnold Layne, um tema que consegue a façanha de encantar logo de cara graças a sua levada psicodélica e envolvente.
Outras pérolas podem ser encontradas em See Emily play, Matilda mother, Jugband blues, Embryo, entre outras que englobam o disco 1. O disco 2 temos mais alguns temas ricos como por exemplo na versão ao vivo de Atom Heart mother band version numa versão longa porém viciante como boa parte da discografia destes caras.
The Early years é mais que um disco. Foi muito mais do que apenas apertar o play e ouvir. Discos assim e os que virão na sequência são sim motivos mais do que reais para que aguentamos uma sociedade cada vez mais a caminho da utopia e burrice. Num dos poucos momentos de felicidade, ouvir esta joia está entre as melhores coisas da vida.
Pink Floyd é foda!!!!!!!!
quinta-feira, 23 de março de 2017
King Crimson - In the Court of the Crimson King
O disco de hoje trouxe uma das grandes experiências que tenho ao ouvir alguma obra prima beirando a perfeição. Aliás, tenho que frisa que nunca morri de amores para bandas progressivas. Sempre achei um troço chato esse lance de possuir música comprida, um tremendo sonífero. Hoje em dia, com a despreocupação por urgência e mais focado em ouvir discos em casa, o progressivo entre outras sonoridades mais complexas me despertaram o prazer por tais desafios, não se preocupando por ser logo a aceitação. O som progressivo te faz parar para pensar e fazer você prestar atenção em detalhes que podem ser de total eficácia, como aquela sonoridade de guitarra ou aquela linha de baixo que será percebido somente na segunda ou terceira audição.
Sendo assim, nas 5 faixas deste disco de 69 terão que ser apreciadas de forma tranquila, sem pressa ou ansiedades.
A começar pela última faixa, a título, venho por este espaço declarar meu amor a esta faixa. De forma que pareça uma peça orquestral, ela começa de forma delicada, com a voz de Lake transmitindo seus pensamentos de forma emotiva, um momento do qual jamais esquecerei. Fora o instrumental que é um caso a parte da humanidade. Como diz meu brother Mauro, certos discos parecem que foram enviados por alguma nave extraterrestre e deixado na Terra com a finalidade de nos fazer feliz. 21 st Century schizoid man abre a festa com o brilho e a sutileza que o rock progressivo pode propor a todos, uma grandeza sempre necessária nestes momentos de valores invertidos e pessoas mimizentas ao extremo. I talk to the wind, Epitaph e Moonchild completam esta obra próxima de ser divina. Na verdade ela é. Obras assim me fazem acreditar o quão está desvirtuada está a geração de agora cuja a perda de interesse pelo artefato físico não os fazem acompanhar o disco na ordem que foi gravado e pior: sem ter o mesmo sentimento.
Uma coisa é certa: este disco está os meus favoritos de todos os tempos. Maravilhoso!!!!!!!!
Sendo assim, nas 5 faixas deste disco de 69 terão que ser apreciadas de forma tranquila, sem pressa ou ansiedades.
A começar pela última faixa, a título, venho por este espaço declarar meu amor a esta faixa. De forma que pareça uma peça orquestral, ela começa de forma delicada, com a voz de Lake transmitindo seus pensamentos de forma emotiva, um momento do qual jamais esquecerei. Fora o instrumental que é um caso a parte da humanidade. Como diz meu brother Mauro, certos discos parecem que foram enviados por alguma nave extraterrestre e deixado na Terra com a finalidade de nos fazer feliz. 21 st Century schizoid man abre a festa com o brilho e a sutileza que o rock progressivo pode propor a todos, uma grandeza sempre necessária nestes momentos de valores invertidos e pessoas mimizentas ao extremo. I talk to the wind, Epitaph e Moonchild completam esta obra próxima de ser divina. Na verdade ela é. Obras assim me fazem acreditar o quão está desvirtuada está a geração de agora cuja a perda de interesse pelo artefato físico não os fazem acompanhar o disco na ordem que foi gravado e pior: sem ter o mesmo sentimento.
Uma coisa é certa: este disco está os meus favoritos de todos os tempos. Maravilhoso!!!!!!!!
quarta-feira, 22 de março de 2017
The Carnival Within - A tribute to Dead Can Dance
O disco de hoje do qual irei falar é este fantástico tributo para uma das bandas mais experimentais da história da música, o Dead Can Dance. Aliás, tentar classificar o som dos caras seria uma total perda de tempo pois a camada sonora é eclética e dificultosa para curtir tudo.
O selo Cleópatra chamou 12 bandas para realizar tal feito e todas elas fizeram bonito lógico que com alguns destaques bem interessantes.
Dentre eles podemos citar Ex Voto , Ikon, Evil Mothers, The Last dance e Deep red cujas versões ficaram além do que era esperado e o resultado foi mais que positivo.
Mas no geral, o disco merece toda atenção e recomendável para aquecer o momento seu com seu parceiro ou parceira já que algumas versões meio que criam certos pensamentos bem eróticos. Errado pensar assim? De modo algum!!!!! Música foi feita para inspirar a realizar coisas positivas.
Sendo breve, recomendo este álbum para quem encara o fato de que a música foi feita para entreter e não para ficar brigando. Boa noite e até amanhã.
O selo Cleópatra chamou 12 bandas para realizar tal feito e todas elas fizeram bonito lógico que com alguns destaques bem interessantes.
Dentre eles podemos citar Ex Voto , Ikon, Evil Mothers, The Last dance e Deep red cujas versões ficaram além do que era esperado e o resultado foi mais que positivo.
Mas no geral, o disco merece toda atenção e recomendável para aquecer o momento seu com seu parceiro ou parceira já que algumas versões meio que criam certos pensamentos bem eróticos. Errado pensar assim? De modo algum!!!!! Música foi feita para inspirar a realizar coisas positivas.
Sendo breve, recomendo este álbum para quem encara o fato de que a música foi feita para entreter e não para ficar brigando. Boa noite e até amanhã.
terça-feira, 21 de março de 2017
Mary J. Blige - My life
Ai caracas.... É cada uma.... Não é de hoje que cada vez me impressiono com o ser humano nas redes sociais. Principalmente no Facebook, a concentração de gente que parece dopada chega a ser impressionante. Não estou nem falando sobre o povão da massa pois estes aí só o tempo dirá quanto tomarão tenência e largarem vidas babacas. O problema são as pessoas ditas " com cérebro" caírem em piadas feitas por mim em meu perfil. Pior, constar que tal pessoa te exclui como se ela fosse a foda e você um otário. Além da exclusão, o referido senhor ainda comentou certas asneiras a meu respeito sem ao menos me conhecer pessoalmente. Uma das "implicações " do referido cidadão foi eu não "bater bem da cabeça" por me intitular como Paul Stanley em meu perfil. Caso ele não saiba, meu perfil nunca teve a intenção de ter meu nome original e muito menos para se levar a sério. A vida já é séria demais para se levar a sério numa rede social. No momento que soube de tal exclusão e lido algumas "considerações", preferi simplesmente bloqueá-lo ao invés de entrar numa discussão que não ia ter fim. Pior ainda foi ler comentários de outras pessoas que nunca falaram comigo na vida irem na cola e como baba ovos, os mesmos mandaram mensagens de apoio ao crítico musical que é um baita crítico mas levou minha piada a sério. Pobre humano....
Ainda bem que nunca o marquei nas minhas resenhas afim do mesmo ler pois correria o risco de ser submetido a palavras nada delicadas vindas dele já que ele é o "cara". Assim como meu brother Rodrigo em seu blog, a intenção não é ser o crítico musical fodão do momento.
Falando deste disco sensacional da melhor cantora negra de R&B, My life traz o som de Mary da melhor forma, sentimental e cheia de emoção.
Lançado em 94, o disco é uma aula vocal e o som que sai dos auto falantes é para ficar relax após um dia cansativo e matutar sobre algumas coisas na vida.
Alguns destaques vão para Mary Jane ( all night long), linda que vem após uma intro forte e emocional. You bring me joy é outra bela faixa que enfatiza a verdadeira alma negra que desde os monstros da Motown, passando por gigantes do blues nos abrilhanta com uma música rica.
Be with you traz mais um pouco de brilho num disco brilhante do começo ao fim. O disco fecha justamente com um nome de faixa que serve de conselho para alguns carrancudos: Be happy. Seja feliz e deixe a pessoa do lado ser também pois acredito muito nisso.
Amantes deste tipo de R&B, além de pessoas completamente desprovidas de preconceito. Como canta esta mulher!!!!!!!!!
Ainda bem que nunca o marquei nas minhas resenhas afim do mesmo ler pois correria o risco de ser submetido a palavras nada delicadas vindas dele já que ele é o "cara". Assim como meu brother Rodrigo em seu blog, a intenção não é ser o crítico musical fodão do momento.
Falando deste disco sensacional da melhor cantora negra de R&B, My life traz o som de Mary da melhor forma, sentimental e cheia de emoção.
Lançado em 94, o disco é uma aula vocal e o som que sai dos auto falantes é para ficar relax após um dia cansativo e matutar sobre algumas coisas na vida.
Alguns destaques vão para Mary Jane ( all night long), linda que vem após uma intro forte e emocional. You bring me joy é outra bela faixa que enfatiza a verdadeira alma negra que desde os monstros da Motown, passando por gigantes do blues nos abrilhanta com uma música rica.
Be with you traz mais um pouco de brilho num disco brilhante do começo ao fim. O disco fecha justamente com um nome de faixa que serve de conselho para alguns carrancudos: Be happy. Seja feliz e deixe a pessoa do lado ser também pois acredito muito nisso.
Amantes deste tipo de R&B, além de pessoas completamente desprovidas de preconceito. Como canta esta mulher!!!!!!!!!
segunda-feira, 20 de março de 2017
Vulcano - XIV
Olha quem está de volta meus amigos e amigas!!!!! Após um tempo sem computador em casa e com um provisório volto aqui para minhas resenhas sempre bacanas aonde apenas passo minhas impressões sinceras acerca dos discos dos quais peguei e não me arrependo de ter gasto adquirindo. Você não está apenas adquirindo um simples disco ou cd. Um momento prazeroso e cultural fazem parte desta incrível experiência que é ter um disco diretamente do artista que o gravou. E este disco em questão trata-se de mais um duma banda cuja história não precisa provar mais nada a ninguém pois seu legado já foi construído sendo impossível apagá-los da memória.
O Vulcano mantém a onda criativa que vem sendo comandada pelo emblemático Zhema Rodero e sua guitarra. Além dele, temos o melhor baterista de som extremo do universo, Arthur Von Barbarian que mostra que humildade pode ser encontrada mesmo sendo o monstro na bateria. O time que completa a formação metálica também não estão nem um pouco afim de brincar de fazer metal ou você acha que Luiz Carlos Louzada ( vocal), Carlos Diaz ( baixo) e Gerson Fajardo ( guitarras) são meros iniciantes? Ícones, no mínimo são.
E este disco traz algumas influências de metal tradicional graças a entrada de Gerson, um guitarrista de mão cheia e um apreciador de hard rock e heavy metal cuja escola de Saxon, Accept entre outros fizeram o tempero metal agir com muita força. Com produção do próprio Zhema e do experiente Ivan Pelliccioti, alguns temas aqui podem desfilar tranquilamente no repertório juntamente com os clássicos pois o que se encontra em XIV é justamente o que o fã espera: um metal sem frescura, direto e sem a menor preocupação de agradar outras vertentes que não seja os fãs de metal.
E nas 10 faixas o que temos é mais uma aula de metal agressivo destacando Propaganda and terror, Thunder metal, Behind the curtains e To kill or die, todas com uma pegada sensacional, viciante.
Muitos deveriam aprender como se faz metal underground sendo uma das regras mais importantes é não ficar chorando que ninguém quer ver sua banda tocar. Se você quer ver sua banda com público assistindo, faça igual ao Vulcano. Ninguém consegue respeito ou aplausos sendo um nada. Artista que não possui música é apenas mais um na multidão de gente vazia.
Vida longa aos eternos guerreiros do metal!!!!!!!
O Vulcano mantém a onda criativa que vem sendo comandada pelo emblemático Zhema Rodero e sua guitarra. Além dele, temos o melhor baterista de som extremo do universo, Arthur Von Barbarian que mostra que humildade pode ser encontrada mesmo sendo o monstro na bateria. O time que completa a formação metálica também não estão nem um pouco afim de brincar de fazer metal ou você acha que Luiz Carlos Louzada ( vocal), Carlos Diaz ( baixo) e Gerson Fajardo ( guitarras) são meros iniciantes? Ícones, no mínimo são.
E este disco traz algumas influências de metal tradicional graças a entrada de Gerson, um guitarrista de mão cheia e um apreciador de hard rock e heavy metal cuja escola de Saxon, Accept entre outros fizeram o tempero metal agir com muita força. Com produção do próprio Zhema e do experiente Ivan Pelliccioti, alguns temas aqui podem desfilar tranquilamente no repertório juntamente com os clássicos pois o que se encontra em XIV é justamente o que o fã espera: um metal sem frescura, direto e sem a menor preocupação de agradar outras vertentes que não seja os fãs de metal.
E nas 10 faixas o que temos é mais uma aula de metal agressivo destacando Propaganda and terror, Thunder metal, Behind the curtains e To kill or die, todas com uma pegada sensacional, viciante.
Muitos deveriam aprender como se faz metal underground sendo uma das regras mais importantes é não ficar chorando que ninguém quer ver sua banda tocar. Se você quer ver sua banda com público assistindo, faça igual ao Vulcano. Ninguém consegue respeito ou aplausos sendo um nada. Artista que não possui música é apenas mais um na multidão de gente vazia.
Vida longa aos eternos guerreiros do metal!!!!!!!
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