Uma das coisas que me fazem um ser feliz é quando chega em mãos obras primas, seja qual estilo for. E quando se trata do trio Luxúria de Lillith, a alegria é triplicada já que um ser chamado Alysson Drakkar está no comando desta metralhadora giratória contra hipócritas e gente sensível demais. Disse isso em algumas conversas mas é preciso colocar aqui: Alysson é o Fenriz brasileiro. Se ele vai gostar de tal comparação eu não sei. Mas o comentário foi e sempre será um elogio já que o líder do Darkthrone é o cara mais foda do black metal e gênio com gênio se entende não é mesmo?
Um dos lançamentos programados, Mundo de Cadáveres foi lançado recentemente e numa tiragem de 666 cópias ( genial!!!!) fui o terceiro a possuir tal artefato maléfico. Completado com as garotas Larakna ( guitar/vocals) e Arkana ( baixo/backing vocal), Alysson traz mais uma pedrada maravilhosa, daquelas de deixar rolando no repeat e com certeza já entrou na minha lista de melhores do ano tamanha a qualidade aqui. Eu tinha Sucumbidos pela Carne como meu favorito mas Mundo de Cadáveres superou em todos os aspectos. Sua sonoridade está mais suja, malvada e sabe o que é legal? A produção é cristalina mas sem tirar a sujeira que o black metal deve ter.
Perpétua escuridão abre o disco de forma avassaladora aonde riffs juntam-se a um vocal pútrido, cortesia do mestre Alysson. Outro destaque é Vermes com uma pegada sensacional, para mim um clássico desde já. E o disco tem mais pérolas!!!!!! Caos e destruição é outra faixa daquelas que me dão um baita orgulho de ser fã, que som. Arrisco até a dizer que o disco em si tem uma pitada de thrash metal, ouçam por si mesmos e comentem...
Outra que merece uma conferida é Véu negro numa levada brutal e uma letra que ia arrepiar aquela sua tia em pleno natal chato aonde o lance é deixar na globo e ver asneiras até dar meia noite e receber cumprimentos falsos.
Uma coisa que algumas pessoas precisam saber é que o underground não é e nunca será algo rentável e que nunca veremos a Luxúria de Lillith tocando no morumbi lotado com todo mundo cantando junto. Se Alysson, Larakna e Arkana estão nessa por amor a música que fazem e ouvem. Lógico que seria ótimo ter um respaldo maior mas levando em consideração que o grande público quer somente coisas ralas e de fácil assimilação sem a preocupação de ouvir algo contestador e pensante é melhor que bandas como a Luxúria de Lillith continuem tocando para suas poucas porém específicas pessoas que gostam de verdade, que compram o merchan e vão aos shows.
Parabéns Luxúria de Lillith!!!!!!!!
domingo, 13 de março de 2016
segunda-feira, 7 de março de 2016
Lynyrd Skynyrd - Sweet Home Alabama - cd + dvd
Ao som de Elton John, indo para a faculdade e após encarar mais uma jornada de trabalho. Quantas pessoas você acha que fariam isso? Eu sempre converso com meus amigos sobre esta maratona e todos ficam se perguntando como consigo. Uma amiga minha chamada Juliana disse algo muito importante: " para quem quer algo melhor é preciso algum sacrifício". Está certíssima!!!!! Porque é muito fácil ficar reclamando da crise, ficar achando que nada irá melhorar ou que a culpada disso tudo é a Dilma. Sim, estamos acompanhando toda lavagem de roupa encardida por aqueles que estão lá graças a nós e algumas cabeças irão rolar. Mas, se você não começar a mudar alguns conceitos, se você não começar a deixar de ser "malandro" e se achar o "esperto ", não irá adiantar nada esse ou essa cair já que você mesmo continua agindo na base da esperteza errada e ouvindo música ruim ou mesmo torcendo para participante do BBB. Largue tudo isso e comece lendo livros, estude, faça uma faculdade e sim, ouça música boa, que te faça pensar e ser alguém melhor. Isso foi um desabafo calmo, nada mais. O que eu quero mesmo é falar sobre este lançamento que inclui 2 cds e 1 dvd da apresentação desses caras sobrenaturais que levam o nome do Lynyrd Skynyrd para outras gerações. Aqui temos o show do Loreley festival em 96 e a formação era um pouco diferente da que temos hoje. Além do trio que comanda a banda desde aquela época que são Johnny Van Zant ( vocal), Gary Rossington e Rickey Medlocke ( guitarras), a banda estava ainda com os saudosos Billy Powell nos teclados e Leon Wilkeson no baixo que pertenciam a formação clássica dos anos 70. E ainda tinha na banda os " novatos" Hughie Thomasson na guitarra e Owen Hale na bateria. Isso sem contar com a presença sempre florida das honkettes Dale Krantz- Rossington e a maravilhosa Carol Chase nos backing vocals. Vale ressaltar que Dale é esposa de Gary e sem contar que na banda estava ali uma constelação de estrelas já que Rickey era do Blackfoot e Hughie do fabuloso Outlaws, ambas bandas obrigatórias para quem gosta de southern rock. Fora projetos paralelos de Gary e Johnny que também possui uma carreira solo maravilhosa. Nesse pacote as músicas que constam são somente as clássicas da primeira fase, ou seja, nada do que foi feito após 1991 não consta aqui o que eu acho uma pena. Mas, como foi concebido assim, temos Workin´for mca, I ain´t the one, Down south junkin´, Double trouble, I know a little, Saturday night special, Swamp music, What´s your name, That smell, Simple man, Gimme three steps, Call me the breeze, Sweet home alabama e o grand finale com Free bird não deixando pedra sobre pedra naquela aparição para os alemães. Nem preciso dizer que a performance da banda como sempre beira a perfeição e caso tenha um pouco de massa cefálica vai, no mínimo, achar muito boa a seleção aqui. E quando você acha que terminou ainda fui presenteado com 3 faixas de 74 quando seres como Ronnie Van Zant, Allen Collins e Bob Burns ainda habitavam o planeta e não foi a toa que viraram lendas.
Finalizando esta resenha, vou escrever algo que alguns irão dizer se tratar dum absurdo mas estou aqui para conversas mas que, me desse uma única escolha entre a mulher da minha vida ou um único show do Lynyrd Skynyrd eu juro que escolheria a segunda opção sem o menor receio. Mas, como sou um coração mole e apaixonado, após o show correria atrás da mulher da minha vida e explicaria a situação. Quem sabe ela me entenderia não é mesmo? Fui.
Finalizando esta resenha, vou escrever algo que alguns irão dizer se tratar dum absurdo mas estou aqui para conversas mas que, me desse uma única escolha entre a mulher da minha vida ou um único show do Lynyrd Skynyrd eu juro que escolheria a segunda opção sem o menor receio. Mas, como sou um coração mole e apaixonado, após o show correria atrás da mulher da minha vida e explicaria a situação. Quem sabe ela me entenderia não é mesmo? Fui.
Armored Saint - Revelation / Raising Fear
Antes de ir me deitar já que sou um trabalhador que necessita do sono para ter forças para ir ainda para a faculdade, irei falar sobre uma banda que sempre soube que existia e que já ouvi algo em algum lugar desta vida corrida. O Armored Saint foi a banda que revelou o talento dum cara chamado John Bush, um tipo de vocalista cuja voz é identificada a quilômetros de distância e que por muitas vezes foi injustiçado quando estava no Anthrax pois foi alvo dos fãs do Belladonna por isso ou por aquilo. Mas quem ouviu o disco de regravações reparou e comprovou que Bush nunca deveria ter saído da banda. Mas por outro lado, não se pode dizer que a volta de Joe foi algo a desprezar já que gravou Worship Music e o novo disco conforme audição na Blaster e ambos são matadores. E para o bem do Armored Saint foi benéfico esse retorno pois deixou Bush disponível e os mesmos gravaram, um dos melhores discos recentemente. Mas não estou aqui para falar do citado novo álbum e sim de dois discos da discografia da banda e ambos em situações diferentes. Podemos dizer que um foi a volta da banda e o outro já era um clássico. Começando com Revelation de 2000, o disco trouxe meio que uma volta da banda e caso duvide se é bom ou ruim, ouça você mesmo cada faixa daqui. Além de Bush, a banda na época era Jeff Duncan e Phil Sandoval nas guitarras, Joey Vera no baixo e Gonzo Sandoval na bateria e se não estiver enganado a trupe deste disco está junta até hoje.
As 12 faixas contidas aqui são todas bem legais e percebe-se uma variação bem legal entre um som e outro. É legal constatar que os caras não são presos numa única fórmula e flertam com metal, hard rock e até classic rock em algumas pitadas. E a voz de Bush está lá, sempre foda e só sendo surdo para não concordar que o cara é um baita cantor. Destaques para Pay dirt, Damaged, Tension, No me digas ( cantada em espanhol) e Under my departure mas no geral todo o disco é um atrativo bem bacana e renderá momentos divertidos.
Já o outro disco, o soberbo Raising Fear data de 87 e traz ali o Armored Saint em sua época e auge. Era a era dos anos 80 e o metal estava fervendo nos EUA além do hard rock. E aqui o Armored Saint veio com 11 faixas sendo uma já merecedora de meu respeito: uma versão explosiva de Saturday night special da maior banda dos Eua, mais conhecida como Lynyrd Skynyrd. Caso tenha curiosidade ouça agora mesmo!!!!! As outras faixas são espetaculares, vibrantes e merecem uma audição caso não conheça o disco. Raising Fear, Out on a limb, Isolation, Chemical euphoria, Crisis of life entre outras são excelentes e mostravam como uma banda sabia fazer um som pesado mas sem querer embarcar em rótulos. Pode chamar de metal, heavy rock, não importa. Tratava-se duma banda a frente do tempo das outras e olha que estar no meio que tinha Metallica, Megadeth, Slayer, Exodus, Anthrax entre outras e ainda se sair bem era das mais árduas tarefas mas o Armored Saint conseguiu escrever sua história.
A partir de hoje, irei vasculhar mais coisas deles e pelo que ouvi aqui não será surpresa alguma encontrar mais pérolas divinas como estas. Pesquisar nunca é demais. Comece por estes caras.
As 12 faixas contidas aqui são todas bem legais e percebe-se uma variação bem legal entre um som e outro. É legal constatar que os caras não são presos numa única fórmula e flertam com metal, hard rock e até classic rock em algumas pitadas. E a voz de Bush está lá, sempre foda e só sendo surdo para não concordar que o cara é um baita cantor. Destaques para Pay dirt, Damaged, Tension, No me digas ( cantada em espanhol) e Under my departure mas no geral todo o disco é um atrativo bem bacana e renderá momentos divertidos.
Já o outro disco, o soberbo Raising Fear data de 87 e traz ali o Armored Saint em sua época e auge. Era a era dos anos 80 e o metal estava fervendo nos EUA além do hard rock. E aqui o Armored Saint veio com 11 faixas sendo uma já merecedora de meu respeito: uma versão explosiva de Saturday night special da maior banda dos Eua, mais conhecida como Lynyrd Skynyrd. Caso tenha curiosidade ouça agora mesmo!!!!! As outras faixas são espetaculares, vibrantes e merecem uma audição caso não conheça o disco. Raising Fear, Out on a limb, Isolation, Chemical euphoria, Crisis of life entre outras são excelentes e mostravam como uma banda sabia fazer um som pesado mas sem querer embarcar em rótulos. Pode chamar de metal, heavy rock, não importa. Tratava-se duma banda a frente do tempo das outras e olha que estar no meio que tinha Metallica, Megadeth, Slayer, Exodus, Anthrax entre outras e ainda se sair bem era das mais árduas tarefas mas o Armored Saint conseguiu escrever sua história.
A partir de hoje, irei vasculhar mais coisas deles e pelo que ouvi aqui não será surpresa alguma encontrar mais pérolas divinas como estas. Pesquisar nunca é demais. Comece por estes caras.
domingo, 6 de março de 2016
Anthrax - Spreading the Disease
Finalizando uma parte dos discos que adquiri, temos agora este que é um marco do thrash metal, uma porrada sem dó nem piedade nas orelhas de quem admira tal som. Numa época em que Scott Ian ainda tinha cabelo, o Anthrax estava com aquela que é considerada a formação clássica da banda: além do citado Scott Ian ( guitarra ) a banda tinha outro talento na guitarra, Dan Spitz. Fora este dois monstros a banda era completada pelo baixista Frank Bello, Charlie Benante na bateria e um cara chamado Joe Belladonna no vocal. Não iremos discutir qual fase é mais legal pois a banda teve uma ótima fase em termos de discos com John Bush e com Neil Turbin nos vocais. Eu prefiro muito mais os discos com o Bush do que com o Belladonna pois isso é um gosto pessoal meu e mais: eu conheci a banda já com Bush no vocal e depois fui ouvir com Belladonna e Turbin. Mas não há como negar ou simplesmente apagar da história esta fase clássica da banda e este disco em especial é soberbo. Ou seria diferente um álbum que contém A.I.R., Lone justice, Madhouse, S.S.C./Stand or fall, Aftershock, Medusa e Gung-ho? Acho que não... Aqui já tínhamos os vocais de Belladonna que aliadas aos riffs certeiros de Scott e a pegada insana de Dan ditavam o som dos caras. Outro cara que é sobrenatural no instrumento que domina é o baterista Charlie Benante. Que foda!!!!! Corre um boato histórico de que ele foi o responsável pela bateria do ...And justice for all pois Lars Ulrich estava com dificuldades de tocar aquelas músicas mais complexas do Metallica. Verdade ou não, um dia saberemos mas não duvidaria que Benante gravaria aquelas partes com um braço só e bebericando uma coca cola com a outra mão. Prefiro não tomar partido pois gosto muito de ambos os bateras. Melhor assim...
Enfim, o importante é que Spreading the disease é uma pérola, uma obra de arte que revigora até o mais carrancudo true. E há aqui algumas bônus bem bacanas como versões ao vivo de Metal thrashing mad e Panic além de faixas raras na época como Soldiers of metal e Howling furies. O disco ainda tem espaço para um belíssimo cover para God save the queen do quem você já sabe. Caso não saiba, procure saber pois até minha cocker sabe qual é a banda original desta canção.
Após lavar minha alma e falar deste disco, irei dormir mas antes vou ouvir mais um pouco deste Armored Saint. Viva o metal bacana!!!!!!
Enfim, o importante é que Spreading the disease é uma pérola, uma obra de arte que revigora até o mais carrancudo true. E há aqui algumas bônus bem bacanas como versões ao vivo de Metal thrashing mad e Panic além de faixas raras na época como Soldiers of metal e Howling furies. O disco ainda tem espaço para um belíssimo cover para God save the queen do quem você já sabe. Caso não saiba, procure saber pois até minha cocker sabe qual é a banda original desta canção.
Após lavar minha alma e falar deste disco, irei dormir mas antes vou ouvir mais um pouco deste Armored Saint. Viva o metal bacana!!!!!!
Killers - Danger de Vie
O nome Killers já foi usado em inúmeros lançamentos seja em nomes da banda ou de discos. Temos o disco do Alice Cooper chamado Killers. Temos também o disco do Kiss chamado Killers. Isso sem contar o segundo disco do Iron Maiden e a banda que o "original " Paul Dianno montou cujo nome era.... Killers. Mas este Killers da resenha não é nenhum desses e sim duma banda francesa que pratica um heavy metal tradicional de primeiríssima qualidade e este disco de 86 trouxe uma agradável surpresa para este que vos digita. Fui informado que a banda continua até hoje e se for tudo nesta pegada os outros discos, a banda continuou muito bem.
Em 8 faixas temos sonzeiras do porte de Heavy metal kids ( fudida), L' assassin, Bouffon, Parabellum, Maitre du métal, Délire de mort, Minorité e A la santé de Bon. Caso não tenha problemas em ser cantado em francês, este som é indicado para quem gosta justamente do metal feito na década de 80 em principal o Accept devido a semelhança no vocal de Bruno Dolheguy com o de Udo. Não vou entrar na questão de ser ou não ser true ou de que, para gostar de metal, tem que ter este disco. Simplesmente terá todo o direito de conhecer este disco e se gostar ou não, ficará a seu critério de escolher ou não esta banda para sua discografia. Mas que é legal este disco com certeza é!!!!! Puta som.
Em 8 faixas temos sonzeiras do porte de Heavy metal kids ( fudida), L' assassin, Bouffon, Parabellum, Maitre du métal, Délire de mort, Minorité e A la santé de Bon. Caso não tenha problemas em ser cantado em francês, este som é indicado para quem gosta justamente do metal feito na década de 80 em principal o Accept devido a semelhança no vocal de Bruno Dolheguy com o de Udo. Não vou entrar na questão de ser ou não ser true ou de que, para gostar de metal, tem que ter este disco. Simplesmente terá todo o direito de conhecer este disco e se gostar ou não, ficará a seu critério de escolher ou não esta banda para sua discografia. Mas que é legal este disco com certeza é!!!!! Puta som.
Iced Earth - Horror Show
Vou confessar algo: nunca dei muita bola para o Iced Earth. Apesar de achar alguns de seus discos legais, nunca foi uma daquelas bandas das quais dava vontade de procurar e ouvir ou até mesmo comprar. Mas peguei este Horror show com um grande brother e que conhece metal como ninguém e ele se chama Edinho. Não fó somente este e sim alguns discos bem legais dos quais terei o prazer em resenhar. Começando com o Iced Earth, tenho em mãos o disco lançado em 2001 e que contava com o grande vocalista Matt Barlow e seu vocal único e cheio de emoção. Nada contra os outros vocalistas mas na minha opinião é Matt o cara certo para a banda pois sua voz era a marca registrada e a continuação do instrumental calcado em heavy tradicional com algumas pitadas de thrash e melodias marcantes. Jon Schaffer não está no meu top 10 de guitarristas mas dizer que o mesmo é mediano seria cometer uma injustiça para com o líder do Iced Earth. Aqui completado com Larry Tarnowski no baixo e o conhecido Richard Christy na bateria o disco possui uma pegada bem legal e as músicas grudam na sua mente e fazem ouvir mais e mais. Baseado em personagens do horror e como os nomes das músicas entregam a banda aqui realizou a junção perfeita de melodia, peso e uma garra que não consigo ouvir nos discos atuais. Alguns destaques vão para Wolf, que abre de forma sensacional o disco assim como Damien que dá a sequência animalesca para entrar Jack e trazer uma vibração bem legal. Ghost of freedom traz um show á parte de Barlow com sua voz lembrando bem leve a de Paul Stanley. Ouçam com atenção e ouvirão uma semelhança incrível. Ainda há uma versão muito bem feita de Transylvania daquela banda que todos sabem e que adoram odiar chamada Iron Maiden. Parece brincadeira mas parece que para ser "headbanger" de verdade a ordem é não gostar de nada do Iron. Vai entender esta tendência bem estranha.... Ainda o disco possui as excelentes Jekyll & Hide, Frankenstein, Dracula e o disco encerra com The Phantom Opera Ghost com uma vocalista feminina duelando com Matt e assim terminando de forma brilhante este disco.
Uma das coisas que tenho que respeitar esta banda é a qualidade sonora e manter fazendo um som próprio sem cair em mudanças por conta de tendências musicais é algo que poucas bandas conseguem ou conseguiram fazer. Discaço indicado para quem gosta de metal de qualidade e viciante. Ou para bobos que gostam de presepadas como Sabaton, Edguy, Rhapsody entre outras porcarias que deixaram o metal infantil.
Uma das coisas que tenho que respeitar esta banda é a qualidade sonora e manter fazendo um som próprio sem cair em mudanças por conta de tendências musicais é algo que poucas bandas conseguem ou conseguiram fazer. Discaço indicado para quem gosta de metal de qualidade e viciante. Ou para bobos que gostam de presepadas como Sabaton, Edguy, Rhapsody entre outras porcarias que deixaram o metal infantil.
Elis Regina - Fascinação : O melhor de Elis Regina
Não há como não ouvir, como não ter algo que não tenha dela. Estava eu na Blaster e me deparo com este cd nos usados e na hora me despertou a vontade de levar. Já tenho tudo aqui? Sim eu tenho. Mas não há como não disfarças o espírito de colecionador ainda mais se tratando da melhor cantora que o mundo já teve conhecimento. Mais do que suas histórias pessoais e do modo que a mesma se foi, o que está aqui são suas músicas, suas interpretações sinceras sobre temas que ficariam somente brilhantes com sua voz sempre afinada e forte. Elis foi e viveu intensamente cada uma dessas canções como se fossem suas. Ela deu a cara a tapa, driblou ignorantes e seres acéfalos que não entendiam nada do que ela fazia ou dizia. Aqui nesta coletânea traz o que de melhor fez a gauchinha que veio para dominar o Brasil. Dentre os destaques ( e só tem destaque) temos uma versão maravilhosa de Cartomante ( uma das músicas que mais gosto), Atrás da porta, Fascinação, Arrastão, Romaria, Vou deitar e rolar, Como nossos pais ( que performance!!!!), Madalena, Upa neguinho ( muito boa!!!) e a faixa que abre o disquinho, Menino das laranjas. São no total 20 faixas para viajar, cantar, se emocionar mas o principal: entender um pouco o que é Elis Regina. Lógico que, caso comece por alguma coletânea dela, é totalmente indicado conhecer seus discos e já comece com Falso Brilhante, Transversal do tempo e Elis & Tom. Outro discaço que estava na loja e totalmente recomendável é Elis 74, uma pérola musical sobrenatural de tão legal. E não perca o filme que estará estreando logo logo e irá fascinar a todos caso tenham uma boa vontade de conhecer mais dela e do padrão de cantora que o Brasil já teve. Ouvir Elis Regina e depois Ludmila não dá uma sensação de regressão? Pense bem....
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