Flávio Wyrwa nos vocais faz o que um vocalista de thrash tem que fazer ao pegar num microfone. Daniel Hartkopf e Alessandro Guima utilizam suas guitarras para riffs soberbos e solos sem exagero. O baixista Emerson Hiederrauer e o baterista Jefferson Verdani formam uma cozinha perfeita para thrash. Sendo assim, unidos, formam uma máquina aniquiladora e se continuar na pegada deste disco, tem tudo para alçar voos cada vez mais altos.
domingo, 23 de outubro de 2016
Jailor - Stats of Tragedy
Encerrando esta noite, encerrando esta noite de domingo e iniciando a semana com o pé direito, um das bandas legais de thrash metal que já ouvi. O som que o Jailor faz me trouxe na memória os anos 80, quando bandas do porte de Metallica, Slayer, Exodus, Testament, Vio-lence, Hirax, entre outras tantas estavam sem querer criando um movimento do qual iria influenciar toda uma geração de metalheads e foi graças a alguns desses caras que o Jailor resolveu montar uma banda de thrash e se inspirou em cada um deles para lançar este ótimo disco. Sinceramente, esses caras deveriam estar numa Metal Blade da vida e realizando tour ao redor do mundo. Que sonzeira infernal!!!!!!
Flávio Wyrwa nos vocais faz o que um vocalista de thrash tem que fazer ao pegar num microfone. Daniel Hartkopf e Alessandro Guima utilizam suas guitarras para riffs soberbos e solos sem exagero. O baixista Emerson Hiederrauer e o baterista Jefferson Verdani formam uma cozinha perfeita para thrash. Sendo assim, unidos, formam uma máquina aniquiladora e se continuar na pegada deste disco, tem tudo para alçar voos cada vez mais altos.
E destacar alguma das 9 faixas torna-se algo dificultoso pois TODAS elas são estupendas, desde a intro G.O.D. até a emocionante faixa de encerramento Six six sickness todas se destacam pelo poderio. Quer algo de Slayer? Pode ir sem medo. Testament ? Idem. Ainda podemos ouvir referências do thrash alemão como Tankard, Kreator e Destruction. São discos assim que me fazem ter vontade de escrever algo a respeito. São discos assim que me fazem ainda acreditar que o metal é viável e ainda podemos nos orgulhar deste estilo. A partir de agora o Jailor entra no ranking de bandas mais legais de todos os tempos. São a prova mais do que concreta de que o metal foi feito para quem quer tocar e não ficar chorando pelos cantos pedindo público. Pelo bem de sua vida: ouça este disco.
Flávio Wyrwa nos vocais faz o que um vocalista de thrash tem que fazer ao pegar num microfone. Daniel Hartkopf e Alessandro Guima utilizam suas guitarras para riffs soberbos e solos sem exagero. O baixista Emerson Hiederrauer e o baterista Jefferson Verdani formam uma cozinha perfeita para thrash. Sendo assim, unidos, formam uma máquina aniquiladora e se continuar na pegada deste disco, tem tudo para alçar voos cada vez mais altos.
Patrick Pedroso - Labyrinth
Death Chaos - Prologue in Death & Chaos
Barok Projekto - Sovaga Animo
Quando bati o olho na capa e no encarte deste disquinho, confesso que tinha sido a banda que mais me despertou curiosidade em ouvir pois imaginava que eu ia encontrar algo próximo do folk só que misturado ao metal, o que muitos chamam de folk metal. Posso dizer que acertei ao ouvir este lindo disco lançado este ano. Todo o conceito do disco está na natureza e nos povos selvagens que habitam estas regiões mas que graças a ganância do homem dito " civilizado" estas terras e civilizações estão sendo extintos em nome do progresso do planeta. E aqui esta banda estupenda resgata tais culturas a começar pelo título que numa tradução livre significa "Almas Selvagens " e fala justamente sobre isso, sobre como o homem está destruindo a natureza em plena claridade e o que poderia ser um crime, está sendo financiado por alguns coronéis gananciosos por grana.
Karliene Araújo ( vocal), Rafael Milhomem ( guitarra e instrumentos diferentes), Muniz ( também guitarrista), Thiago Alberto ( baixo) e Junior Nieri ( bateria) aliado a alguns convidados protagonizaram uma das mais belas obras primas divididas em 11 temas ricos. Alguns destaques podemos agregar para que você que está lendo tente descobrir esta banda estão na faixa título, um belo tema folk, Droniga pasio, Regino de la nokto entre as outras músicas que eu recomendo a qualquer amante desta vertente fantástica da música pesada. Além dos vocais estupendos de Karliene, Muniz se encarrega de imprimir alguns vocais masculinos mas que no geral o que prevalece é o vocal doce da moça, o que deixou o projeto mais belo ainda. Preciso dizer mais algo? Ouça agora mesmo!!!!!
Revanger - Gladiator
Heryn Dae - Idem
Antes de ir dar aquela volta, comer algo e ver as coisas da minha cidade, mais uma banda bacana aporta aqui. E antes de mais nada, preciso agradecer ao Gleison da Roadie Metal pela oportunidade de resenhar estes discos e dizer que estou muito feliz em ver que um simples blog motivou o mesmo a aceitar a minha entrada no cast e isso torna-se motivador para escrever mais e mais.
Indo para esta banda, a mesma consta com Victor Moura ( vocal), Juliano Bianchi ( guitarra), Cristiano Pereira ( batera) e Ricardo Bach ( baixo) e o lance é praticar um heavy metal pesado e sem rotular. É heavy metal e ponto final. As 8 faixas deste disco são refinadas, bem tocadas mas que ainda precisa de mais força para sair desta mesmice que é o heavy metal tradicional. Há bandas espetaculares, o Henry Dae se encaixa, mas para sobreviver neste mar é necessário fazer a diferença e estes caras estão no caminho certo.
Destaques para Final Fantasy, Henry dae, Death, a pesada Shadow´s prologue e Evil Fortress que encerra o disco. Alguns pontos devem ser esclarecidos como a guitarra de Juliano aonde mostra um instrumentista com boas idéias e o vocal variado de Victor que consegue ser melódico e agressivo sem perder a mão.
Muito bom.
Indo para esta banda, a mesma consta com Victor Moura ( vocal), Juliano Bianchi ( guitarra), Cristiano Pereira ( batera) e Ricardo Bach ( baixo) e o lance é praticar um heavy metal pesado e sem rotular. É heavy metal e ponto final. As 8 faixas deste disco são refinadas, bem tocadas mas que ainda precisa de mais força para sair desta mesmice que é o heavy metal tradicional. Há bandas espetaculares, o Henry Dae se encaixa, mas para sobreviver neste mar é necessário fazer a diferença e estes caras estão no caminho certo.
Destaques para Final Fantasy, Henry dae, Death, a pesada Shadow´s prologue e Evil Fortress que encerra o disco. Alguns pontos devem ser esclarecidos como a guitarra de Juliano aonde mostra um instrumentista com boas idéias e o vocal variado de Victor que consegue ser melódico e agressivo sem perder a mão.
Older Jack - Metal über Alles
Mais uma banda aportando aqui e lembra do que eu disse sobre resenhar? Pois é, tenho uma grata benção em fazer isso pois somente a música pode unir toda uma geração e fazer amigos e estes compartilharem seus conhecimentos musicais é algo único, apesar de alguns ainda ficarem nesta coisa de dizer que só ele tem isso ou que a versão do disco dele é melhor e por aí vai. No meu caso, quando tenho uma versão mais legal eu digo numa boa, sem estrelismos e isso que faz a diferença na hora de separar os amigos dos facínoras. Voltando a esta banda em questão, o Older Jack é formado por Carlos Curt Klitzke ( vocal), Deivid Wachholz e Herman Wamser ( guitarras), Bruno Maas ( bateria) e César Kahn ( baixo) e aqui a regra é ter a proposta do Grand Magus. Veja, esta não parece com o Grand Magus mas a proposta de misturar stoner com algo do heavy tradicional é o intuito dos caras e com isso geraram faixas cativantes somente com um adendo nos vocais de Carlos: não sei se foi de forma proposital mas o jeito que ele canta parece que o cara tá bem doidão ou muito feliz da vida pois os gritinhos que solta nas faixas me fez abrir um sorriso de orelha a orelha pois são feitos de forma esganiçada e desafinadamente positiva. Para alguns seria algo negativo mas como o propósito é ser festeiro, deve ter sido por isso que o cara fez algo assim. Dá para imaginar ele nos shows....
Entre os destaques do disco, posso dizer que faixas como Fosa, In namen das geldes, Macumba ( isso mesmo!!!!) e Das ende são algumas das belezas que somente o som pesado pode gerar.
Talvez uma encorpada a mais na bateria seria muito bem vinda mas a gravação que consta aqui já está de bom tamanho. Seria mais para acrescentar uma força extra neste material pronto para agregar na coleção de qualquer pessoa que curta de verdade bandas deste porte. Foda.
Entre os destaques do disco, posso dizer que faixas como Fosa, In namen das geldes, Macumba ( isso mesmo!!!!) e Das ende são algumas das belezas que somente o som pesado pode gerar.
Assinar:
Postagens (Atom)