Anos 90. Sim, eu era uma adolescente descobrindo meus primeiros passos em relação a música e estava acontecendo tudo aquilo, aquela misto maravilhoso de bandas criativas e que estavam dando seu último grito ao mainstream graças a Nirvana, Guns n´Roses, Skid Row, Metallica entre outros. Mas, ao mesmo tempo que estava descobrindo quem eram meus heróis daquela época, outras descobertas acerca de bandas que não eram da minha época me levaram ao já citado Metallica e a uma banda cujo membro principal era um senhor com cara de mal e sua clássica barba que não tinha no queixo, já tinha me presenteado com um disco fabuloso chamado March ör Die e antes desse teve o igualmente ótimo 1916, que descobri graças ao primeiro. Mas para completar meu pódio de lançamento da banda veio um vinil em minhas mãos do Motörhead chamado Another Perfect Day. Lançado em 82, mesmo ano da morte de Elis Regina, o disco trouxe o guitarrista sensacional Brian Robertson cuja sonoridade de sua Les Paul trouxe ao Motörhead uma sonoridade evolutiva. Não estou desmerecendo Eddie Clarke, o cara foi e fez a guitarra clássica da banda. Mas, com sua saída, Lemmy teve a oportunidade de trazer algo mais para a guitarra e Brian veio para agregar. E esta junção ( mais o batera Animal Taylor) deu o resultado chamado Another Perfect Day. E sim, teve aquela leva de roqueiros bem mau humorados e mau agradecidos que simplesmente detonou o disco por ser "melodioso" demais. Ok, isso aconteceu de fato mas que de forma alguma descaracterizou o som do trio. Pelo contrário, tornou mais poderoso e mais atrativo para ouvidos mais ecléticos e que talvez não tenham entendido o Motörhead anteriormente como meu amigo Gerson Fajardo que confessou que não tinha entendido a sonoridade até a chegada deste disco. E se você pegar meu top 3 da banda ( March ör Die, 1916 e este disco) verá que meu gosto é mais para os discos mainstream deles. E assim como Gerson, meu gosto por estes lendários caras só aumentou e hoje posso dizer que o Motörhead nunca gravou um disco ruim.
Ontem coloquei este disco para rodar, graças a edição remasterizada em cd que vem com 3 faixas bônus. Estas faixas já tinham saído numa remasterização anterior mas o atrativo desta vez é o disco 2. Gravado no Manchester Apollo em 10 de Junho de 1983, o disco traz 18 faixas e uma performance típica dos caras mas com uma diferença: notei que o set list não estava constando clássicos como Ace of Spades, Iron Fist ou Overkill e sim temas mais ' lado b ' juntamente com as então faixas novas do então lançado Another Perfect Day. Se você é fã da banda, valeria ter esta edição para somente curtir este disco ao vivo. Mas não, o disco 1 continua impactando da mesma forma de quando o escutei pela primeira vez lá na Rei Alberto número 202 apto 307.
Como não achar legal uma faixa de abertura como Back at the funny farm e Lemmy xingando não sei lá o que logo de cara? Foda demais. Shine é outra pérola e antecede outra pérola do rock chamada Dancing on your Grave. Que som viajante, que me fez ter algumas lembranças legais duma época em que não precisávamos de celulares com whattsapp ou como as pessoas gostavam de resolver as coisas numa boa falando cara a cara. Após Dancing on your grave vem a paulada de Rock it e a guitarra de Brian distorcendo junto o baixo de Lemmy e traz uma das melhores faixas deste disco. Mas aí vem mais um murro no estômago chamado One track mind. Ela começa devagar e vai ficando intensa conforme o andamento da mesma e culmina em dois solos explosivos de Brian e Lemmy vociferando toda sua discórdia juntamente com Animal Taylor que brilha em todo disco. Terminado o lado 1, viro o disco e vou ouvir o lado 2 para mais uma aula de rock n´roll que já inicia com a faixa título. Esta música é muito a cara de qualquer rocker saindo sábado a noite cujo rumo é curtir um som legal rodeado de amigos legais. Mulher? Se vier ótimo. Mas se não, ok. Marching off to war é outra pedrada melódica e antecede a música que me fez ouvir este disco repetidas vezes sempre nela e que quase ferrei a agulha na época de tanto que repetia esta faixa: I got mine. Ela consegue ser rocker e ao mesmo tempo traz Lemmy declamando seu amor a alguma mulher que ele tenha conhecido ao seu estilo e sua voz única. Tales of glory e Die you Bastard! finalizou o disco e mal a agulha tinha voltado para seu lugar de origem lá estava eu botando o disco para rolar e toda a sensação descrita anteriormente vir a minha mente.
E finalizando este texto eu desejo do fundo do meu coração que Lemmy e Animal Taylor ( além de Würzel, que entrou na banda depois) sejam felizes aonde estão e agradeço de verdade pelos trabalhos perfeitos que ambos fizeram. Another Perfect Day está no ranking que as músicas constadas aqui estarão guardadas para sempre em meu coração.
São momentos assim que me fazem ser o 'esquisito' da turma. Ontem, hoje e sempre.
Motörhead.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Morcrof - Uma ótima banda para conhecer.
Antes de ir descansar um pouco para mais uma batalha, tenho que falar sobre esta banda que tocou no último Trinca e que deu um show não só em termos musicais mas em profissionalismo e respeito para com todos que foram assistir. Como descrito na resenha do Trinca, a banda estava com um problema referente a ausência do vocalista por motivos de saúde. Sendo assim, eles teriam a opção de cancelar. Mas como estamos falando de união e bandas sensacionais envolvidas, alguns vocalistas da região fizeram algo que acabou se tornando especial: cada um interpretou algumas das faixas da banda num momento de improviso que foi marcante para os que participaram e para nós que assistimos este momento acontecer. Fora isso, a simpatia que os caras tiveram após o show, conversando com todos foi algo de dar orgulho. E o melhor: a banda é muito foda!!!!! E o som dos caras é algo meio difícil de se classificar referente as tantas partes que não se limitam a um único estilo e sim mesclando o que há de melhor no metal.
Peguei este ao vivo com o simpaticíssimo Paullus Moura que nesta época fazia os vocais e o baixo e fiquei com vontade de ouvir algo em estúdio. Intitulado In Tenebris vitam traho, o mesmo foi prensado em 1.000 cópias e sorte de quem pegar este artefato. é certo que a qualidade da gravação não é perfeita mas dá uma amostra de como a banda é poderosa ao vivo e suas canções fortes soam absurdamente perfeitas. Além de 7 faixas ao vivo, temos uma em estúdio que dá uma enfase melhor na musicalidade desses caras. Após isso só espero ansiosamente por algo totalmente em estúdio e mais shows com o vocalista que estava no dia do Trinca e deu uma palhinha ao lado dos vocalistas convidados. E te digo: o cara é um monstro!!!!! Sorte ao mesmo e a banda em geral e que muitos frutos saiam desta horda de guerreiros!!!!! Morcrof, guarde este nome.
Peguei este ao vivo com o simpaticíssimo Paullus Moura que nesta época fazia os vocais e o baixo e fiquei com vontade de ouvir algo em estúdio. Intitulado In Tenebris vitam traho, o mesmo foi prensado em 1.000 cópias e sorte de quem pegar este artefato. é certo que a qualidade da gravação não é perfeita mas dá uma amostra de como a banda é poderosa ao vivo e suas canções fortes soam absurdamente perfeitas. Além de 7 faixas ao vivo, temos uma em estúdio que dá uma enfase melhor na musicalidade desses caras. Após isso só espero ansiosamente por algo totalmente em estúdio e mais shows com o vocalista que estava no dia do Trinca e deu uma palhinha ao lado dos vocalistas convidados. E te digo: o cara é um monstro!!!!! Sorte ao mesmo e a banda em geral e que muitos frutos saiam desta horda de guerreiros!!!!! Morcrof, guarde este nome.
domingo, 14 de fevereiro de 2016
Empire of Souls, Morcrof e Malediction 666 - Trinca dos Infernos - 14/2/2016
E mais uma vez o Studio Rock cafe juntamente com o incansável Luiz Carlos Louzada. vulgo Batata, realizaram mais uma grande noite para quem aprecia ótimas bandas de metal que não precisam se vestir de mulher e postar um vídeo patético explicando algo que não há o que explicar. Antes de falar deste evento sensacional, não tem como não falar sobre as aparições vergonhosas do Angra e do Sepultura no carnaval de salvador num trio elétrico juntamente com o deprimente carlinhos brown. Numa tentativa de tocar para uma multidão, ambas as bandas toparam ir lá e "divulgar o metal nacional " alegando que estavam fazendo um bem para a cena estar lá com um artista " espetacular" como foi chamado pelo Rafael Bittencourt. O mesmo defendeu que o metal deve aderir a misturas e que o fã não deve achar que só o metal pode ser bom. Nisso aí eu concordo com ele. Há muita coisa legal fora do metal e até do rock. Mas, misturar certas coisas não irá funcionar. Metal não combina com carnaval nem muito menos com trio elétrico. Por exemplo: todos sabem que eu curto muito Paula Fernandes. Curtir Paula Fernandes e Empire of Souls pode? Pode sim senhor, pelo menos aqui em casa ambos são muito bem aceitos. Agora, misturar a Paula Fernandes com o Empire pode? Acho que seria o mesmo que misturar chocolate com uma salada de chuchu. O mesmo seria um show da Ivete Sangalo com o Krisiun e por aí vai. O metal foi criado para ser um som para poucos ouvirem e se for extremo aí a coisa destina-se a apenas fieis apreciadores. O público da massa jamais aceitaria o metal pois é falho para pensarem. O que o público da massa quer é justamente ouvir algo mais fácil de grudar na cabeça e não se encaixa o metal tocado pelas duas bandas que foram para lá para apenas justificarem que ambas as famas já se foram faz tempo. Ou você conseguiria imaginar o Sepultura na época do Arise tocando com a então cantora do momento Daniela Mercury num trio elétrico? Ou Angra na época do Angels Cry mandando ver um som com o chiclete com banana? É DESSA MISTURA QUE PRECISAMOS?!? Não, eu não quero ser aceito pela massa de forma forçada. Aliás, quero que a massa se dane....
Voltando ao evento, o mesmo foi iniciado pelo brilhante Malediction 666 que destilou seu black/death metal de altíssima qualidade e um trio afiado foi o que vimos. Detalhe que o batera estava estreando na banda hoje e mostrou um entrosamento fora do comum e uma performance muito boa. A banda é formada por Fernando Iser - LEAD VOCALS / GUITAR, Bruno Ian- BASS / VOCALS e Fabio Brainstorm- DRUMS / VOCALS e merece atenção e que venha mais vezes para cá.
Dando sequência tivemos mais uma banda da qual fiquei embasbacado com o som realizado. O Morcrof veio com uma pendência que foi a provável ausência do vocalista Eziel que estaria internado em tratamento e só teria alta na segunda. Isso fez que alguns vocalistas daqui como Mário ( Empire of Souls), Leandro ( Ninurta/Infector), Julie ( Hierarchical) além do vocalista Thiago fizessem o show alternando os vocais em cada som. Eziel acabou vindo e ainda dividiu os vocais com alguns dos citados acima e tornou o que seria uma jam num show animal e uma banda que com certeza é difícil taxá-la num único rótulo. Coube a R.Bressan e Pétros ( guitarras), Paulo Moura ( baixo) e R.Herton ( bateria) conduzirem a sonzeira para os convidados mandarem bala e mandaram!!!! Um show histórico para a banda e para a galera que ovacionou do começo ao fim, muito legal mesmo.
Fechando a noite tivemos os sempre poderosos Empire of Souls que mandando somente canções novas mostraram o porque de serem um dos melhores grupos de black metal nacional e tomara que mais um brilhante disco venha para nós já que as músicas novas cativaram em cheio quem gosta de som feito com garra e atitude. Dentre as novas, eu destacaria a já clássica O Opositor, cantada em português e cuja letra forte faz você pensar. Mário é um dos melhores vocalistas do estilo e a dupla de guitarras formada por Cléber e André não ficam atrás a muito cara gringo com riffs matadores e solos inspirados mas ao mesmo tempo diretos e sem encheção de linguiça. A cozinha formada pelo baixista UNChristian Bacci e pelo batera Leonardo fazem o que precisa fazer uma típica cozinha de qualidade.
E foi assim que terminou mais uma trinca: ao lado de amigos, uma casa maravilhosa e bandas mostrando que a cena nacional está ai e trata-se duma realidade que só sendo idiota para não ver isso acontecendo.
E aproveitando esta resenha, mando meus sinceros parabéns ao pessoal do Ninurta que fizeram show em Mongaguá e foram prestigiar a trinca. A noite de hoje mostrou que lugar de metal é num palco e com o público do estilo e não num trio elétrico para um monte de acéfalo.
Voltando ao evento, o mesmo foi iniciado pelo brilhante Malediction 666 que destilou seu black/death metal de altíssima qualidade e um trio afiado foi o que vimos. Detalhe que o batera estava estreando na banda hoje e mostrou um entrosamento fora do comum e uma performance muito boa. A banda é formada por Fernando Iser - LEAD VOCALS / GUITAR, Bruno Ian- BASS / VOCALS e Fabio Brainstorm- DRUMS / VOCALS e merece atenção e que venha mais vezes para cá.
Dando sequência tivemos mais uma banda da qual fiquei embasbacado com o som realizado. O Morcrof veio com uma pendência que foi a provável ausência do vocalista Eziel que estaria internado em tratamento e só teria alta na segunda. Isso fez que alguns vocalistas daqui como Mário ( Empire of Souls), Leandro ( Ninurta/Infector), Julie ( Hierarchical) além do vocalista Thiago fizessem o show alternando os vocais em cada som. Eziel acabou vindo e ainda dividiu os vocais com alguns dos citados acima e tornou o que seria uma jam num show animal e uma banda que com certeza é difícil taxá-la num único rótulo. Coube a R.Bressan e Pétros ( guitarras), Paulo Moura ( baixo) e R.Herton ( bateria) conduzirem a sonzeira para os convidados mandarem bala e mandaram!!!! Um show histórico para a banda e para a galera que ovacionou do começo ao fim, muito legal mesmo.
Fechando a noite tivemos os sempre poderosos Empire of Souls que mandando somente canções novas mostraram o porque de serem um dos melhores grupos de black metal nacional e tomara que mais um brilhante disco venha para nós já que as músicas novas cativaram em cheio quem gosta de som feito com garra e atitude. Dentre as novas, eu destacaria a já clássica O Opositor, cantada em português e cuja letra forte faz você pensar. Mário é um dos melhores vocalistas do estilo e a dupla de guitarras formada por Cléber e André não ficam atrás a muito cara gringo com riffs matadores e solos inspirados mas ao mesmo tempo diretos e sem encheção de linguiça. A cozinha formada pelo baixista UNChristian Bacci e pelo batera Leonardo fazem o que precisa fazer uma típica cozinha de qualidade.
E foi assim que terminou mais uma trinca: ao lado de amigos, uma casa maravilhosa e bandas mostrando que a cena nacional está ai e trata-se duma realidade que só sendo idiota para não ver isso acontecendo.
E aproveitando esta resenha, mando meus sinceros parabéns ao pessoal do Ninurta que fizeram show em Mongaguá e foram prestigiar a trinca. A noite de hoje mostrou que lugar de metal é num palco e com o público do estilo e não num trio elétrico para um monte de acéfalo.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
Carnal Desire - Vaginoscopia
Enfim chega aqui o mais novo disco da lenda Carnal Desire, liderada pelo figura, lenda, mito, Tarso. Tarso é o cara por trás de todo o conceito e sim, é a mente deste mundo carnal que dá volta para tomar um ar e rir mesmo nos momentos mais difíceis pelo qual Tarsão passou. Uns entrariam em depressão. Outros se jogariam de algum prédio. Tarso prefere pegar sua guitarra e contar suas histórias e fazer um puta som. Sim amiguinhos, o som do Carnal atualmente está mais porrada do que nunca e parte disso veio do disco anterior, o sensacional Noiva de Satã. Todos sabem e o próprio Tarso sabe que não sou de babar ovo de banda mesmo sendo meu amigo. E uma das coisas que eu disse e digo é que aquele disco que o mesmo gravou oficial eu não curti por ser muito limpinho e comportado. Agora em Noiva de Satã e neste Vaginoscopia é o som que se espera do Carnal.
Junto com ele, neste disco teve a ajuda do seu fiel escudeiro o baixista e responsável pela programação da batera André Monteiro. Parece que conseguiram finalmente achar um batera e tomara que venham mais e mais shows pois eu garanto que faixas como T-lover, Cabeça debaixo, Chupeta zumbi - the walking dead, Vaginoscopia e Carnal desire farão a festa de quem quiser curtir um som despojado porém bem feito. Além destas faixas, temos Lycanthropy que é um cover do Six Feet Under e participação do lendário Luiz Carlos Louzada mais conhecido como Batata nos vocais.
Valeu campeão!!!!!
Junto com ele, neste disco teve a ajuda do seu fiel escudeiro o baixista e responsável pela programação da batera André Monteiro. Parece que conseguiram finalmente achar um batera e tomara que venham mais e mais shows pois eu garanto que faixas como T-lover, Cabeça debaixo, Chupeta zumbi - the walking dead, Vaginoscopia e Carnal desire farão a festa de quem quiser curtir um som despojado porém bem feito. Além destas faixas, temos Lycanthropy que é um cover do Six Feet Under e participação do lendário Luiz Carlos Louzada mais conhecido como Batata nos vocais.
Valeu campeão!!!!!
Venom - Fallen Angel
Venom. Esta banda possui um legado importante e todos que gostam de metal deveriam saber. Acontece que há uma parcela de rockeiros meio preocupados com algumas coisas meio estranhas. Uma delas é taxar alguém de feio ou que o cara se veste mal. Porra, o que está acontecendo? O que há de errado ser feio no rock? Não era assim que tinha que ser? Outros se preocupam se o disco tem 80 minutos pois o mesmo diz que é "cansativo". Ou aquela mesma ladainha de falar que tal banda não faz mais coisa legal e que tal época era foda pois todos apanhavam de carecas e não tinham dinheiro. E porque estou falando sobre isso? Porque o Venom já teve críticas assim. Puta merda viu....
Bom, o que importa é este disco de 2011 que eu comprei meio sem querer querendo como dizia nosso saudoso Chaves. Sim, porque quando eu penso na banda me vem na cabeça discos emblemáticos como Black metal, At war with satan, Welcome to hell ou até mesmo o injustiçado Possessed. Mas isso não me faz deixar de acompanhar o que eles fizeram após estes discos e este em questão é uma pedrada na orelha e me desculpe os fãs de Mantas ( guitarra) e Abbadom ( batera): os caras que estão hoje na banda não fazem feio pois temos Rage ( guitarra) e o fantástico Dante ( bateria), este último inclusive participa da banda solo de Tony Martin e quem esteve no show do Brasil em 2010 sabe do que estou falando pois o cara detonou. E em Fallen angel temos mais algumas faixas a começar pelo atropelo Hammerhead com riffs de guitarras insanos e Cronos destilando seus urros bem carinhosos e o som de seu baixo estremecendo o planeta inteiro. Outros destaques ficam por conta de Hail Satanas cujo nome é bem o que se espera do Venom além de Nemesis, Pedal to the metal, Punks not dead, Damnantion of souls entre outras. Ouvir um disco do Venom é diversão garantida se caso você não for um desses franguinhos cheio de espinhas que saem correndo para ouvir edguy. Para ouvir o Venom é preciso ter culhão de aço!!!!! Brincadeiras a parte trata-se de um puta disco e se eu fosse você iria agora mesmo ouvir algumas faixas e após o soco no estomago ir na Blaster para comprar este petardo. Caso você baixar e enganar Cronos, o mesmo virá no meio da noite e te assombrar vestido de sunga e uma espada . Cuidado!!!!!!
Bom, o que importa é este disco de 2011 que eu comprei meio sem querer querendo como dizia nosso saudoso Chaves. Sim, porque quando eu penso na banda me vem na cabeça discos emblemáticos como Black metal, At war with satan, Welcome to hell ou até mesmo o injustiçado Possessed. Mas isso não me faz deixar de acompanhar o que eles fizeram após estes discos e este em questão é uma pedrada na orelha e me desculpe os fãs de Mantas ( guitarra) e Abbadom ( batera): os caras que estão hoje na banda não fazem feio pois temos Rage ( guitarra) e o fantástico Dante ( bateria), este último inclusive participa da banda solo de Tony Martin e quem esteve no show do Brasil em 2010 sabe do que estou falando pois o cara detonou. E em Fallen angel temos mais algumas faixas a começar pelo atropelo Hammerhead com riffs de guitarras insanos e Cronos destilando seus urros bem carinhosos e o som de seu baixo estremecendo o planeta inteiro. Outros destaques ficam por conta de Hail Satanas cujo nome é bem o que se espera do Venom além de Nemesis, Pedal to the metal, Punks not dead, Damnantion of souls entre outras. Ouvir um disco do Venom é diversão garantida se caso você não for um desses franguinhos cheio de espinhas que saem correndo para ouvir edguy. Para ouvir o Venom é preciso ter culhão de aço!!!!! Brincadeiras a parte trata-se de um puta disco e se eu fosse você iria agora mesmo ouvir algumas faixas e após o soco no estomago ir na Blaster para comprar este petardo. Caso você baixar e enganar Cronos, o mesmo virá no meio da noite e te assombrar vestido de sunga e uma espada . Cuidado!!!!!!
Scorpions - Return to forever
Eles mentiram. Eles agiram de forma leviana e não sustentaram suas opiniões sobre parar e voltaram atrás. E graças a isso eles nos brindaram com um puta disco. O que seria da gente sem a mentira? Neste caso, a mentira foi positiva pois graças a ela que tivemos mais 12 faixas desses alemães para curtimos e esquecermos dos problemas da vida, da conta atrasada ao acontecimento infeliz. Klaus Meine, Rodolf Schenker, Mathias Jabs, Pawel Maciwoda e James Kottak nos brindaram com um disco típico do Scorpions pois há nele tudo o que você espera da banda e não adianta reclamar que o disco está assim ou assado pois ele foi feito para quem é fã da banda e não para chatos. Uma das "reclamações" que tive conhecimento foi que o disco do Scorpions tinha...... balada. Pera aí, será que este cidadão sabe de quem ele está falando?!? Uma das marcas dos alemães foram justamente as baladas ou ele não sabe disso? Um completo asno enfim....
Apesar da má vontade de algumas pessoas, o disco é bem legal mas não pega logo de primeira. Isso aconteceu comigo mas após ouvir várias vezes descobri mais um grande disco e adquiri a versão física. Talvez o destaque maior seja logo de cara o hino do rock e da verdadeira amizade We built this house cujo clip é emocionante e traz uma mensagem bem bacana de união e isso é o que mais podemos pedir para todos. União e respeito. Mas há outras faixas empolgantes como Going out with a bang, Rock my car, All for one, Rock n´roll band, Catch your luck and play e a festiva The scratch. Sobre as baladas, antes de falar do destaque maior, escute House of cards ( bem legal) e Gypsy Life fazem jus as tantas outras que a banda escreveu e pode rolar para sua namorada sem medo de ser feliz. Agora, este disco tem A balada e ela se chama Eye of the storm. Ela começa e conforme o andamento vai trazendo aquela lembrança ou mesmo a simples imagem daquela Deusa Portuguesa que encanta com aquele sorriso tão meigo e simples e aquele jeito tão sincero. É horas como esta que a gente agradece a mentira do Scorpions em parar pois se eles tivessem parado, não teríamos esta linda música em nossas vidas não é mesmo? E ainda há há um tema meio pop bem bacana chamado Rollin´ home que irá torcer o nariz dos mais emburrados mas quer saber? que esses tipos se danem.
Só para informais mais ainda sobre este discaço ele deve ter alguma versão importada que vem com 4 músicas a mais se eu não estiver enganado e elas são tão boas quanto as que constam neste track list normal. E você? Vai continuar com este papinho furado de acusações ou vai dar uma chance a este disco maravilhoso? Adquira agora!!!!!!
Apesar da má vontade de algumas pessoas, o disco é bem legal mas não pega logo de primeira. Isso aconteceu comigo mas após ouvir várias vezes descobri mais um grande disco e adquiri a versão física. Talvez o destaque maior seja logo de cara o hino do rock e da verdadeira amizade We built this house cujo clip é emocionante e traz uma mensagem bem bacana de união e isso é o que mais podemos pedir para todos. União e respeito. Mas há outras faixas empolgantes como Going out with a bang, Rock my car, All for one, Rock n´roll band, Catch your luck and play e a festiva The scratch. Sobre as baladas, antes de falar do destaque maior, escute House of cards ( bem legal) e Gypsy Life fazem jus as tantas outras que a banda escreveu e pode rolar para sua namorada sem medo de ser feliz. Agora, este disco tem A balada e ela se chama Eye of the storm. Ela começa e conforme o andamento vai trazendo aquela lembrança ou mesmo a simples imagem daquela Deusa Portuguesa que encanta com aquele sorriso tão meigo e simples e aquele jeito tão sincero. É horas como esta que a gente agradece a mentira do Scorpions em parar pois se eles tivessem parado, não teríamos esta linda música em nossas vidas não é mesmo? E ainda há há um tema meio pop bem bacana chamado Rollin´ home que irá torcer o nariz dos mais emburrados mas quer saber? que esses tipos se danem.
Só para informais mais ainda sobre este discaço ele deve ter alguma versão importada que vem com 4 músicas a mais se eu não estiver enganado e elas são tão boas quanto as que constam neste track list normal. E você? Vai continuar com este papinho furado de acusações ou vai dar uma chance a este disco maravilhoso? Adquira agora!!!!!!
Johnny Marr - Playland
Um certo dia de domingo eu e uma linda amiga assistimos um dos melhores shows no festival da cultura inglesa num clima agradável e positivo. Antes do show deste senhor, sofremos com alguém que teve a "brilhante " ideia de colocar a "diva" do pará, uma tal de gaby amarantos. Mas ao começar o show deste carinha bacana, toda a aura negativa vinda da tal diva de meia tigela foi embora e o que ficou para nós amantes da música de verdade foi um clima de total paz e amor, muito amor. Intercalando entre temas solo e de sua ex banda, mais conhecida como The Smiths, Johnny Marr fez um belo show e mostrou que realmente fazia a mágica da finada banda. Não que Morrissey não fosse importante mas Johnny mostrou em 2 discos soberbos quem era realmente a alma da banda. E um deles finalmente chega em minha casa. Playland veio na sequência do igualmente ótimo The messenger e traz mais algumas faixas brilhantes deste gênio musical. Usando a guitarra em favor da música e sem querer se aparecer, Johnny mostra qualidade que muito metido a indie deveria aprender com ele. As 11 faixas aqui são bem bacanas e sim, são rock. Pode não ser o rock que você acredita mas é rock. Easy money foi a primeira faixa que ouvi e já achei bem legal, divertida e para dançar. Mas outras pérolas como Back in the box, Dynamo, Candidate, 25 hours, The trap, Playland, Speak out reach out, Boys get straight, This tension e Little king irão satisfazer quem procura por alguma novidade legal. E que algum daqueles "fãs" que gritaram pela diva de araque aprendam o que é música de verdade e esqueçam daquela babaquice massificadora. Longa vida a Johnny Marr!!!!!!!
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