Hoje tivemos uma bela conversa. Uma conversa aonde verdades foram ditas e nem sempre alguém consegue assimilar uma verdade. Na hora dá aquele baque mas depois você vai refletindo e percebe que o que você ouviu é válido e sim, algumas posturas tem que mudar. Eu mesmo, que venho cada vez menos me metendo ou tomando algum partido, vou postar só algo que não intervenha ou relacione a alguém em específico. E é ai que entra a música. Como disse na resenha da Paula Fernandes: postar somente sobre música é a melhor coisa. Acaba sendo legal pois você fica isento de comentar sobre algo que aconteceu ou sobre que é certo ou errado. Mas a vida segue e somos sujeitos a falhas e provações o tempo todo.
Falando sobre o motivo desta resenha, o Iron Maiden lança mais um disco. E pode ter certeza que a turma do contra estará com a língua afiada e algumas defecações irão ocorrer pela boca pessoalmente ou pelos dedos que ocorre nas redes sociais da vida. Porque a turma que acha bacana criticar um trabalho novo do Maiden irá continuar a malhar a banda mesmo The book of souls sendo um puta disco maravilhoso. Sim detratores, o Iron Maiden lançou mais um disco perfeito para você falar mal.
A banda passou pelo maior perrengue durante este disco já que Bruce Dickinson foi detectado com um câncer na boca e passou por um processo de recuperação que poderia levar o maior frontman do metal embora assim como fez a Dio e recentemente a Lemmy e David Bowie. Mas Bruce se safou e a banda retomou as atividades lançando o disco e com shows agendados aqui.
Sobre o disco em si, temos mais uma prova de que o Iron não necessita dar explicações sobre isso ou aquilo. Eles não precisam mais gravarem o Powerslave. muito menos outro The number of the beast ou até outro Piece of mind. Esses discos já foram gravados, estão na história e ponto final. O que muitos idiotas tem que entender uma coisa: o Iron envelheceu. E como toda banda que envelhece, é certo que algo tem que mudar. No Maiden de 2015 não teremos mais músicas na linha de Invaders ou até mesmo Prowler. O Maiden de hoje está habituado com o que a idade deles permitem e a musicalidade dos caras mudou bastante. Mas o Iron Maiden envelheceu com muita classe e não é uma banda que anda se arrastando como faz o Deep Purple. Eles possuem um gás limitado porém forte e bem criativo. O disco abre já com a perfeição chamada If eternity should fail onde vemos uma banda renovada e um Bruce Dickinson cantando muito. E pensar que o cara gravou este disco com o câncer.... Além dele, temos as guitarras importantes de mestres como Adrian Smith e Dave Murray, um boneco do posto com uma guitarra a cargo de Janick Gers mas que em conjunto com os outros 2 faz uma diferença. Janick pode ser meio patético mas não pode ser desprezado já que o cara gravou o primeiro disco solo de Bruce e participou na banda de Ian Gillan além da banda White Spirit. Aí vem a cozinha que SÓ tem Steve Harris no baixo e um carinha chamado Nicko Mcbrain na batera. Dando sequência temos a já clássica e empolgante Speed of light que me causou uma felicidade sem tamanho. Achei uma bela sacada esta faixa já logo de cara pois levantou a bola do disco e empolgou bastante os fãs. The great unknown, The red and the black, When the river runs deep e faixa título completam o disco 1. Só que no disco 2 a banda mostrou que poderia vir com mais... e veio!!!!
Death or glory é outro arrasa quarteirão e nos shows será uma das mais festejadas caso tocarem. Shadows of the valley, Tears of a clown ( feita para o ator Robin Williams falecido na época) e The man of sorrows são outras daquelas faixas cuja dedicação em escrever músicas excelentes fica latente mas o disco se encerra com uma peça fenomenal.
Empire of the clouds, música de autoria de Bruce Dickinson traz 18 minutos de genialidade e amor a música de verdade e é um baita tapa na cara de quem não gosta de Maiden pois eles fazem " a mesma coisa sempre". Iniciada por um piano tocado pelo próprio Bruce, a música vai crescendo duma forma genial e que não cansa o ouvinte. Uma das mais belas peças musicais e se eu fosse os velhotes do Grammy daria uma estatueta para a banda somente por esta música.
Terminada a audição e um sentimento de pena fica para os acéfalos que criticam uma banda que está há quase 40 anos e que ainda possui uma relevância extraordinária. Longa vida ao Maiden, longa vida a Bruce Dickinson!!!! E fica uma frase que o Anthrax postou na época que foi noticiada a doença em Bruce: " O câncer mexeu com a pessoa errada. Força Bruce". Boa noite.
domingo, 7 de fevereiro de 2016
Mad Mamba - First Bite
Encerrando por enquanto as resenhas já que necessito dum banho e de sair um pouco, vou falar brevemente sobre esta banda que tocou num dos Trincas dos Infernos ao lado do Kamboja. Contando com Karymi - Vocal A. Alba , Guitar Paul Vellozo , Guitar M. Alba , Bass Henry e Bermejo - Drums a banda pratica um hard rock e as 4 faixas aqui são bem legais apesar de ainda precisarem comer um pouco mais de feijão com farinha para ficarem bem melhores do que estão aqui. Mas Human being, Sunny eyes, Midnight strike e Fisherman já ajudam e a banda possui um belo futuro. E se preparem pois na próxima resenha.....
Kadavar traz mais uma revelação sensacional para minha pessoa
Dando continuidade nas resenhas, venho com uma baita revelação para este que vos digita do qual irei ouvir toda hora. Este power trio pratica o que chamam de stoner rock que nada mais do que aquele som maravilhoso que foi inventado pelo Black Sabbath. Não chega a ser explícito como o maravilhoso Orchid mas possui inúmeras referências ao quarteto inglês. A banda liderada pelo figuraça Lupus Lindermann traz nesses 2 discos algumas das músicas mais legal do rock em geral. Aqui o termo básico pode ser levado como um elogio dos mais legais já que o som que eles fazem não necessita de exageros, pomposidades. Aqui não precisa de guitarrista piruliteiro, vocalista perfeitinho ou baterista pagando um sapo. Basta tocar um rock.
Começando por Abra Kadavar, o mesmo foi gravado entre 2012 e 2013 e traz faixas brilhantes como Come back life, Doomsday machine, Eye of the storm, Liquid dream além da bônus The man i shot que é bem legal e poderia ser uma faixa principal. O legal é o cd bônus que traz 11 faixas ao vivo em Antwerp num show eletrizante e com um público aparentemente festivo e participativo que realmente curtiram estar ali. Muito bom!!!!!
Já Berlin é o mais novo lançamento e numa parceria entre a Classic metal e Brothers of metal e traz um som mais maduro porém bem encorpado e com faixas sensacionais do mais puro stoner. Destaque para Lord of the sky, Last living dinosaur, The old man ( eu?), entre outras. Chega a ser algo dificultoso separar alguma faixa em questão pois todas são muito foda. Parabéns a todos os envolvidos e sinceramente aguardo por alguém trazer esta banda ao Brasil!!!!! Longa vida ao Kadavar!!!!
Começando por Abra Kadavar, o mesmo foi gravado entre 2012 e 2013 e traz faixas brilhantes como Come back life, Doomsday machine, Eye of the storm, Liquid dream além da bônus The man i shot que é bem legal e poderia ser uma faixa principal. O legal é o cd bônus que traz 11 faixas ao vivo em Antwerp num show eletrizante e com um público aparentemente festivo e participativo que realmente curtiram estar ali. Muito bom!!!!!
Já Berlin é o mais novo lançamento e numa parceria entre a Classic metal e Brothers of metal e traz um som mais maduro porém bem encorpado e com faixas sensacionais do mais puro stoner. Destaque para Lord of the sky, Last living dinosaur, The old man ( eu?), entre outras. Chega a ser algo dificultoso separar alguma faixa em questão pois todas são muito foda. Parabéns a todos os envolvidos e sinceramente aguardo por alguém trazer esta banda ao Brasil!!!!! Longa vida ao Kadavar!!!!
Adele - 25
Certa sensação de má vontade. É isso que um crítico teve ao descrever o disco de Adele Atkins, mais conhecida como somente Adele. Apesar de ser um grande fã de seus textos eu acho que ele falou de outro disco que com certeza não foi esse. Mas o legal é justamente isso, ter o direito de expressar e sempre terão os que gostam e os que não gostam. Não serei como um dos tantos chiliquentos que mandam aquelas mensagens cujo conteúdo parecer ter escrito por algum mamute para ele como se fosse obrigatório falar bem de todo mundo. E sim dar o meu parecer sobre o disco da minha fofinha maia linda deste mundo, a prova de que não precisa ser gostosa nem ter corpo bonito. Eu já me apaixonei por uma gordinha que morava em São Paulo e foi um dos meus grandes amores da minha vida. Ela era carinhosa, um anjo mas infelizmente a distância nos impediu de continuar mas ela mora em meu coração de forma eterna. O nome dela era Helaine. E assim como a Helaine, Adele me encanta só que com sua música sempre bela. Ela chegou a pensar em parar de cantar mas os céus pediram o contrário e Adele soltou este discaço que, se alguém ainda não sabe, vem sempre com uma numeração que nada mais é do que a idade dela atual. E as 11 faixas desse disco mostram que ela tem muita lenha para queimar. Seu pop inteligente e cheio de emoção traz algumas pérolas a começar por Hello. Confesso que este que vos digita ficou emocionado e decretou que a música do ano foi ela. Era Infinity ( Mariah Carey) mas Hello me levou a outra dimensão e conceito. Como uma espécie de confesso, Adele simplesmente gravou uma das melhores faixas dela. Após essa vem outra maravilha chamada Send my love ( to your new lover ) que dá uma balançada e mostra uma renovação no repertório e será legal nos shows. I miss you, When we were young, Remedy ( muito foda!!!), Water under the bridge, River Lea, Love in the dark e All i ask fazem do disco uma das melhores audições. Mas ela encerra o disco com a belíssima Sweetest Devotion, uma canção simples, meiga e que só um coração igualmente simples e puro como o da Adele poderia fazer chegando perto da perfeição.
Uma coisa é certa: Adele estará em meu coração e mesmo que cometa algum erro, terá meu carinho e uma segunda chance para repreender tal erro. Mas por enquanto ela está muito bem.
Te amo Adele, Te amo Helaine.
Uma coisa é certa: Adele estará em meu coração e mesmo que cometa algum erro, terá meu carinho e uma segunda chance para repreender tal erro. Mas por enquanto ela está muito bem.
Te amo Adele, Te amo Helaine.
Paula Fernandes - Amanhecer
Voltando as resenhas que me fazem ser uma pessoa cada vez melhor pois trato de algo muito importante: a música. E quando eu falo música, falo de música de qualquer estilo que lhe faça bem, que lhe faça esquecer algumas neuras da vida e que lhe faça saber ignorar certos percalços que a vida põe na sua frente. Quando conheci meus amigos, todos sem exceção, ficaram sem entender sobre meu gosto musical. Como poder gostar de Empire of Souls, Luxúria de Lillith e de Paula Fernandes e Wanessa Camargo? Alguns ficaram por intermédio de redes sociais falando besteiras do tipo: " quem ouve isso não pode ouvir aquilo". Sinceramente eu to cagando para este tipo de pessoa. Assim como estou cagando para quem fica insistindo em assuntos passados e tentando me difamar para amigos e amigas minhas. Por isso que eu resumo meu blog na música.
E quem aparece aqui é a cantora que salvou o mainstream de ser um troço completamente nojento. Pare e analise a parada musical daqui.... Analisou? Então verá que a Paula Fernandes é fichinha comparada a lixos como ludmilla, anitta, naldo, mumuzinho, suíte 14 entre tantas merdas que assolam e fazem de idiotas uma nação cada vez mais submissa a tudo o que é errado. E caso estranhe eu ter escrito os nomes dos "artistas" tudo em minúsculo é justamente para demonstrar a minha completa sensação de mal estar quando vejo algo dos mesmos.
Tudo bem que a mineira andou cometendo alguns deslizes como ter lançado um cd com duetos com artistas de baixa qualidade como por exemplo michel teló. Mas Paula retorna com este ótimo disco e fazendo que há de melhor: canções bonitas e que mostram qualidade.
Não querendo mas já querendo não há como não ouvir o som dela sem babar pelas fotos da mesma no encarte. Ela é linda e possui um corpo escultural e o melhor: sem apelar para o vulgarismo puro e simples. Paula está mais mulher, pronta para passar por cima das jogadoras de bingo e para aquelas metidas a sexy que ficam postando fotos com pé na areia querendo mostrar o que não tem ou passar uma imagem de fodona mas que na verdade por dentro é carente e insegura.
Falando da música, aqui há algumas das 12 faixas ao estilo Paula Fernandes de ser. Com um acento pop no country/sertanejo, Paula me conquistou logo de cara graças as 5 primeiras faixas: Pronta pra você, A paz desse amor, Falar de mim, Depende da gente e Amanhecer que fazem jus a carreira dela e mostram uma elegância que não se encontra assim tão fácil. Não para bater cabeça nem tampouco serve para dar um stage diving. É música para curtir numa boa, sem medo de rótulos ou comentários sem sentido. As outras 7 contém algumas músicas em que Paula enaltece a canção regional e aqui temos Piração, Água no bico ( leiam a letra desta música) e Menino Bonito. O disco fecha de forma honrosa com a belíssima Pedaço de chão com a participação do excelente Almir Satter que é um dos melhores cantores da verdadeira música sertaneja.
Lembre-se de que algo que você ache ruim pode ser bom para outros e assim vai. E também vale até para os que ouvem os lixos citados acima pois todos possuem o direito de ouvir o que quiser. Mas também detenho o direito de achar ruim. Isso chama-se democracia. Parabéns Paula Fernandes pelo belo disco!!!!!!!
E quem aparece aqui é a cantora que salvou o mainstream de ser um troço completamente nojento. Pare e analise a parada musical daqui.... Analisou? Então verá que a Paula Fernandes é fichinha comparada a lixos como ludmilla, anitta, naldo, mumuzinho, suíte 14 entre tantas merdas que assolam e fazem de idiotas uma nação cada vez mais submissa a tudo o que é errado. E caso estranhe eu ter escrito os nomes dos "artistas" tudo em minúsculo é justamente para demonstrar a minha completa sensação de mal estar quando vejo algo dos mesmos.
Tudo bem que a mineira andou cometendo alguns deslizes como ter lançado um cd com duetos com artistas de baixa qualidade como por exemplo michel teló. Mas Paula retorna com este ótimo disco e fazendo que há de melhor: canções bonitas e que mostram qualidade.
Não querendo mas já querendo não há como não ouvir o som dela sem babar pelas fotos da mesma no encarte. Ela é linda e possui um corpo escultural e o melhor: sem apelar para o vulgarismo puro e simples. Paula está mais mulher, pronta para passar por cima das jogadoras de bingo e para aquelas metidas a sexy que ficam postando fotos com pé na areia querendo mostrar o que não tem ou passar uma imagem de fodona mas que na verdade por dentro é carente e insegura.
Falando da música, aqui há algumas das 12 faixas ao estilo Paula Fernandes de ser. Com um acento pop no country/sertanejo, Paula me conquistou logo de cara graças as 5 primeiras faixas: Pronta pra você, A paz desse amor, Falar de mim, Depende da gente e Amanhecer que fazem jus a carreira dela e mostram uma elegância que não se encontra assim tão fácil. Não para bater cabeça nem tampouco serve para dar um stage diving. É música para curtir numa boa, sem medo de rótulos ou comentários sem sentido. As outras 7 contém algumas músicas em que Paula enaltece a canção regional e aqui temos Piração, Água no bico ( leiam a letra desta música) e Menino Bonito. O disco fecha de forma honrosa com a belíssima Pedaço de chão com a participação do excelente Almir Satter que é um dos melhores cantores da verdadeira música sertaneja.
Lembre-se de que algo que você ache ruim pode ser bom para outros e assim vai. E também vale até para os que ouvem os lixos citados acima pois todos possuem o direito de ouvir o que quiser. Mas também detenho o direito de achar ruim. Isso chama-se democracia. Parabéns Paula Fernandes pelo belo disco!!!!!!!
domingo, 31 de janeiro de 2016
Faces, Rod Stewart e Ronnie Lane alegrando mais a minha vida.
Ah como é bom chegar em acordos. Como é bom você ter a chance de resolver as coisas na mais pacífica forma. E o abraço de final que simboliza a amizade sincera é a forma mais completa de se ver a vida duma forma melhor e prazerosa. Há quem ache que causar discórdia ou prosseguir com rancores seja legal.... Cada um resolve do jeito que achar melhor. Porém, não reclame dos outros sendo que tudo foi culpa sua.
Neste domingo maravilhoso de sol e num clima sensacional ao som de Thin Lizzy venho falar de mais algumas descobertas deste que vos digita. O mundo da música é bem amplo e ficar na mesmice de sempre é ser atrasado. Colocando numa definição, ambos possuem uma ligação.
Começando pelo talentoso Ronnie Lane que se não me faz a memória foi integrante do Faces e seguiu numa carreira solo demonstrada aqui com o disco auto intitulado de 74 e caso queira conhecer, ouça stone e a street gang entre outras e aprecie esta obra do rock clássico. Aí pulamos para o Faces... Que banda fantástica !!!!!! Isso sem contar o início como Small Faces cuja banda tinha como guitarrista Steve Marriot, um "bundão" qualquer que depois saiu e formou o Humble Pie cuja banda teve um outro " bunda mole" chamado Peter Frampton que se lançou numa carreira solo brilhante. Sob o nome Small Faces o disco First Step de 70 traz algumas pérolas como wicked messenger, devotion e nobody knows e que valem muito a pena conhecer. Já como Faces e na guitarra um outro " bunda mole" chamado Ron Wood ( que foi para uma banda chamada Rolling Stones) a banda lançou mais obras primas como A nod is as good as a wink... to blind a horse (71), Long player ( 71) e Oh lala de 73. Destaques para stay with me, too bad, love lives here, bad 'n' ruin, sweet lady mary, maybe i´m amazed ( do Paul McCartney), my fault, borstal boys e por aí vai. Além de instrumentistas fenomenais, a banda tinha nos vocais Rod Stewart e um talento único para interpretar tais canções. Indicado para fãs do Black Crowes já muita coisa que eles fizeram foi influenciado pelo Faces e principalmente o vocalista do citado grupo possui um timbre vocal bem semelhante ao de Rod naquela época...
E finalizando esta resenha o próprio Rod Stewart, um cara que já conhecia graças a alguns de seus hits mas indo a fundo em sua discografia antiga, descobri ótimos discos do cara e apesar do hoje tiozinho não ter mais grandes coisas para ouvir saiba que o mesmo possui de 69 até 78, uma das mais ricas discografias e sim, o cara era rock mas flertando com a música pop de forma educada e sem ser pateta. Apesar de hoje ser um canastrão e encantar domésticas com seus shows a lá "Roberto Carlos", pelo menos ele não faz especiais ridículos na globo cantando com gente patética. Voltando a discografia temos alguns discos essenciais na vida de cada um como o primeiro disco, the rod stewart album passando por gasoline alley, never a dull moment, smiler e músicas do porte de sailing, the first cut in the deepest, tonight´s the night, hot legs, lady day entre outras maravilhas e que me deram uma outra visão do cara.
Num momento em que cada vez mais as pessoas ficam com o cérebro derretido por motivos infantis e aonde se leva a sério tudo e aonde pessoas se preocupam com o "white power" do Phil Anselmo deveriam fazer o que eu faço que é rir disto tudo e falar de som. Curtam a tarde de Domingo....
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Baby Scream - Fan Fan Fan / The Worst of.../ Ups and Downs
Escrever é algo muito bacana. Desde lá meus tempos de e-mail até hoje, sempre curti ter este hábito de escrever sobre algo. Nesse tempo todo obtive bastante conhecimento graças a leitura diária e graças principalmente a conselhos sempre eficazes de pessoas próximas. Sim, já escrevi algumas coisas erradas, palavras infelizes acabaram saindo e pessoas ficaram chateadas com isso. Afinal, quem não erra não é mesmo? Não sou nem penso em ser crítico oficial, apenas dou meus pitacos. E voltando as resenhas venho com esta grande banda argentina de power pop chamada Baby Scream que é capitaneada pelo gênio agradabilíssimo Juan Pablo Mazolla que inclusive não sai do Brasil e sempre vem para fazer shows aqui em Santos e São Paulo que infelizmente não vem com a banda toda mas Juan, sempre acompanhado de ótimos músicos, protagoniza shows espetaculares aonde o bom gosto musical faz a diferença. Ryan Adams? Pete Yorn? um pouco dos dois com certeza.
Nesses 2 discos temos o que há de melhor de Juan e seu Baby Scream, contendo músicas próprias e alguns covers bem bacanas. No primeiro disco temos uma edição dupla que contém Fan Fan Fan e The Worst of... que respectivamente são o disco novo e um best of dos primeiros anos. Em Fan Fan Fan os sons variam entre o power pop já comentado e um que de punk e garage rock no melhor estilo Teenage Fanclub entre outros. Everybody Sucks, Back to Douche, A human being on mars ( linda!!!), Hatters will hate ou Blue in Berlin são alguns dos destaques deste discaço maravilhoso. Já em The Worst of... traz algumas faixas dos primórdios da banda e mais pérolas alternativas como Pieces of me, Shooting Stars, In a Picture e os covers de The concept ( Teenage Fanclub ) e I´ll be there for you ( do Rembrandts e não do Bon jovi ) que ficaram bem legais.
Fechando este pacote temos ainda Ups and Downs que contém faixas próprias e mais covers bacanas como Song for a soldier ( Marc Bolan) que ficou genial.
Caso queira conhecer mais sobre a obra deste grande cara e sua banda, entre em contato com Sérgio Dias ou mesmo diretamente com Juan que além de músico competente é um dos caras mais humildes e um detalhe: apesar de fazer power pop, Juan é um dos maiores conhecedores de heavy metal que eu tenho em mente e melhor do que muito babaca metido a radical que faz questão de ser malvado mas que não conhece porcaria nenhuma. E obrigado mestre pelas músicas e shows maravilhosos e fecho esta resenha com um pedido: traga o Baby Scream!!!!!
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