domingo, 7 de fevereiro de 2016

Paula Fernandes - Amanhecer

Voltando as resenhas que me fazem ser uma pessoa cada vez melhor pois trato de algo muito importante: a música. E quando eu falo música, falo de música de qualquer estilo que lhe faça bem, que lhe faça esquecer algumas neuras da vida e que lhe faça saber ignorar certos percalços que a vida põe na sua frente. Quando conheci meus amigos, todos sem exceção, ficaram sem entender sobre meu gosto musical. Como poder gostar de Empire of Souls, Luxúria de Lillith e de Paula Fernandes e Wanessa Camargo? Alguns ficaram por intermédio de redes sociais falando besteiras do tipo: " quem ouve isso não pode ouvir aquilo". Sinceramente eu to cagando para este tipo de pessoa. Assim como estou cagando para quem fica insistindo em assuntos passados e tentando me difamar para amigos e amigas minhas. Por isso que eu resumo meu blog na música.
E quem aparece aqui é a cantora que salvou o mainstream de ser um troço completamente nojento. Pare e analise a parada musical daqui.... Analisou? Então verá que a Paula Fernandes é fichinha comparada a lixos como ludmilla, anitta, naldo, mumuzinho, suíte 14 entre tantas merdas que assolam e fazem de idiotas uma nação cada vez mais submissa a tudo o que é errado. E caso estranhe eu ter escrito os nomes dos "artistas" tudo em minúsculo é justamente para demonstrar a minha completa sensação de mal estar quando vejo algo dos mesmos.
Tudo bem que a mineira andou cometendo alguns deslizes como ter lançado um cd com duetos com artistas de baixa qualidade como por exemplo michel teló. Mas Paula retorna com este ótimo disco e fazendo que há de melhor: canções bonitas e que mostram qualidade.
Não querendo mas já querendo não há como não ouvir o som dela sem babar pelas fotos da mesma no encarte. Ela é linda e possui um corpo escultural e o melhor: sem apelar para o vulgarismo puro e simples. Paula está mais mulher, pronta para passar por cima das jogadoras de bingo e para aquelas metidas a sexy que ficam postando fotos com pé na areia querendo mostrar o que não tem ou passar uma imagem de fodona mas que na verdade por dentro é carente e insegura.
Falando da música, aqui há algumas das 12 faixas ao estilo Paula Fernandes de ser. Com um acento pop no country/sertanejo, Paula me conquistou logo de cara graças as 5 primeiras faixas: Pronta pra você, A paz desse amor, Falar de mim, Depende da gente e Amanhecer que fazem jus a carreira dela e mostram uma elegância que não se encontra assim tão fácil. Não para bater cabeça nem tampouco serve para dar um stage diving. É música para curtir numa boa, sem medo de rótulos ou comentários sem sentido. As outras 7 contém algumas músicas em que Paula enaltece a canção regional e aqui temos Piração, Água no bico ( leiam a letra desta música) e Menino Bonito. O disco fecha de forma honrosa com a belíssima Pedaço de chão com a participação do excelente Almir Satter que é um dos melhores cantores da verdadeira música sertaneja.
Lembre-se de que algo que você ache ruim pode ser bom para outros e assim vai. E também vale até para os que ouvem os lixos citados acima pois todos possuem o direito de ouvir o que quiser. Mas também detenho o direito de achar ruim. Isso chama-se democracia. Parabéns Paula Fernandes pelo belo disco!!!!!!!

domingo, 31 de janeiro de 2016

Faces, Rod Stewart e Ronnie Lane alegrando mais a minha vida.

Ah como é bom chegar em acordos. Como é bom você ter a chance de resolver as coisas na mais pacífica forma. E o abraço de final que simboliza a amizade sincera é a forma mais completa de se ver a vida duma forma melhor e prazerosa. Há quem ache que causar discórdia ou prosseguir com rancores seja legal.... Cada um resolve do jeito que achar melhor. Porém, não reclame dos outros sendo que tudo foi culpa sua. 
Neste domingo maravilhoso de sol e num clima sensacional ao som de Thin Lizzy venho falar de mais algumas descobertas deste que vos digita. O mundo da música é bem amplo e ficar na mesmice de sempre é ser atrasado. Colocando numa definição, ambos possuem uma ligação.
Começando pelo talentoso Ronnie Lane que se não me faz a memória foi integrante do Faces e seguiu numa carreira solo demonstrada aqui com o disco auto intitulado de 74 e caso queira conhecer, ouça stone e a street gang entre outras e aprecie esta obra do rock clássico. Aí pulamos para o Faces... Que banda fantástica !!!!!! Isso sem contar o início como Small Faces cuja banda tinha como guitarrista Steve Marriot, um "bundão" qualquer que depois saiu e formou o Humble Pie cuja banda teve um outro " bunda mole" chamado Peter Frampton que se lançou numa carreira solo brilhante. Sob o nome Small Faces o disco First Step  de 70 traz algumas pérolas como wicked messenger, devotion e nobody knows e que valem muito a pena conhecer. Já como Faces e na guitarra um outro " bunda mole" chamado Ron Wood ( que foi para uma banda chamada Rolling Stones) a banda lançou mais obras primas como A nod is as good as a wink... to blind a horse (71), Long player ( 71) e Oh lala de 73. Destaques para stay with me, too bad, love lives here, bad 'n' ruin, sweet lady mary, maybe i´m amazed ( do Paul McCartney), my fault, borstal boys e por aí vai. Além de instrumentistas fenomenais, a banda tinha nos vocais Rod Stewart e um talento único para interpretar tais canções. Indicado para fãs do Black Crowes já muita coisa que eles fizeram foi influenciado pelo Faces e principalmente o vocalista do citado grupo possui um timbre vocal bem semelhante ao de Rod naquela época...
E finalizando esta resenha o próprio Rod Stewart, um cara que já conhecia graças a alguns de seus hits mas indo a fundo em sua discografia antiga, descobri ótimos discos do cara e apesar do hoje tiozinho não ter mais grandes coisas para ouvir saiba que o mesmo possui de 69 até 78, uma das mais ricas discografias e sim, o cara era rock mas flertando com a música pop de forma educada e sem ser pateta. Apesar de hoje ser um canastrão e encantar domésticas com seus shows a lá "Roberto Carlos", pelo menos ele não faz especiais ridículos na globo cantando com gente patética. Voltando a discografia temos alguns discos essenciais na vida de cada um como o primeiro disco, the rod stewart album passando por gasoline alley, never a dull moment, smiler e músicas do porte de sailing, the first cut in the deepest, tonight´s the night, hot legs, lady day entre outras maravilhas e que me deram uma outra visão do cara. 
Num momento em que cada vez mais as pessoas ficam com o cérebro derretido por motivos infantis e aonde se leva a sério tudo e aonde pessoas se preocupam com o "white power" do Phil Anselmo deveriam fazer o que eu faço que é rir disto tudo e falar de som. Curtam a tarde de Domingo....

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Baby Scream - Fan Fan Fan / The Worst of.../ Ups and Downs

Escrever é algo muito bacana. Desde lá meus tempos de e-mail até hoje, sempre curti ter este hábito de escrever sobre algo. Nesse tempo todo obtive bastante conhecimento graças a leitura diária e graças principalmente a conselhos sempre eficazes de pessoas próximas. Sim, já escrevi algumas coisas erradas, palavras infelizes acabaram saindo e pessoas ficaram chateadas com isso. Afinal, quem não erra não é mesmo? Não sou nem penso em ser crítico oficial, apenas dou meus pitacos. E voltando as resenhas venho com esta grande banda argentina de power pop chamada Baby Scream que é capitaneada pelo gênio agradabilíssimo Juan Pablo Mazolla que inclusive não sai do Brasil e sempre vem para fazer shows aqui em Santos e São Paulo que infelizmente não vem com a banda toda mas Juan, sempre acompanhado de ótimos músicos, protagoniza shows espetaculares aonde o bom gosto musical faz a diferença. Ryan Adams? Pete Yorn? um pouco dos dois com certeza. 
Nesses 2 discos temos o que há de melhor de Juan e seu Baby Scream, contendo músicas próprias e alguns covers bem bacanas. No primeiro disco temos uma edição dupla que contém Fan Fan Fan e The Worst of... que respectivamente são o disco novo e um best of dos primeiros anos. Em Fan Fan Fan os sons variam entre o power pop já comentado e um que de punk e garage rock no melhor estilo Teenage Fanclub entre outros. Everybody Sucks, Back to Douche, A human being on mars ( linda!!!), Hatters will hate ou Blue in Berlin são alguns dos destaques deste discaço maravilhoso. Já em The Worst of... traz algumas faixas dos primórdios da banda e mais pérolas alternativas como Pieces of me, Shooting Stars, In a Picture e os covers de The concept  ( Teenage Fanclub ) e I´ll be there for you ( do Rembrandts e não do Bon jovi ) que ficaram bem legais. 
Fechando este pacote temos ainda Ups and Downs que contém faixas próprias e mais covers bacanas como Song for a soldier ( Marc Bolan) que ficou genial. 
Caso queira conhecer mais sobre a obra deste grande cara e sua banda, entre em contato com Sérgio Dias ou mesmo diretamente com Juan que além de músico competente é um dos caras mais humildes e um detalhe: apesar de fazer power pop, Juan é um dos maiores conhecedores de heavy metal que eu tenho em mente e melhor do que muito babaca metido a radical que faz questão de ser malvado mas que não conhece porcaria nenhuma. E obrigado mestre pelas músicas e shows maravilhosos e fecho esta resenha com um pedido: traga o Baby Scream!!!!!

domingo, 20 de dezembro de 2015

Final de ano.

Sempre destino este espaço para música pois acredito que a música nos salva, alivia e abençoa em vários momentos da vida, alegres ou tristes. Não gosto de falar sobre outras coisas por alguns motivos mas desta vez tenho que falar sobre algumas coisas que estão me incomodando dentro de mim. Sim, vou bancar o tristonho reclamão. Mas calma, nem comecei.
Este ano foi muito bom em termos profissionais. Trabalho, faculdade e uma promessa dum 2016 melhor me anima mais ainda em continuar nesta caminhada. Mas, por outro lado, outras situações me colocam numa dúvida interminável: porque não estou feliz? Estou muito bem, não sofro nenhum problema de depressão ou coisa parecida. A impressão é que algumas pessoas próximas que moram comigo e nem preciso citar quem pois aí não interessa nem deve ser colocado aqui ou está chateada pelo meu incidente com a bebida no último churrasco ou não sei mais o que. Vive reclamando da minha barba, vive reclamando da minha forma de se vestir com o argumento que "já passei da idade de andar assim" e por aí vai. Fora que justamente a pessoa mais importante da minha vida está igual a muitas pessoas de fora: não sabe interpretar quase nada que se fala para ela e me julga por coisas ridículas. Hoje mesmo me acordou de uma forma abrupta e fez um discurso sobre tantos cds que possuo alegando que estou "ocupando a casa toda" e que já estou dando trabalho demais. Poxa, trabalho demais?!? E é óbvio que fico muito puto afinal não tenho sangue de barata com alguém que chama minhas camisetas pretas de bandas de "pano de chão" somente porque não quero mais usar camisetas "normais". Apesar de ter dito que ia trancar a faculdade para sair de casa, não o farei. Não vou desistir assim tão fácil, vou terminar a faculdade. Aí, terminando, terei que tomar um rumo longe daqui. Não há nada planejado e aprendi que nada se faz por impulso. Mas não aguento mais certas burocracias por nada, somente para encontrar o famoso pelo no ovo.
Devido a essas palhaçadas, irei passar o natal aqui em casa sozinho. Quer dizer, sozinho não pois estarei em companhia de 3 motivos dos quais ainda não sai daqui: Pink, Penélope e Ricca. Não quero ceia nem presente pois isso foi o homem dito civilizado que botou isso na cabeça de todos. Não é novidade para ninguém que esta data virou algo de puro comércio e a reunião familiar virou simplesmente um amontoado de fotos de risadas artificiais e cheio de rashtags ( não sei nem me interessa como se escreve isso) dos mais cretinos possíveis. O que eu queria mesmo era uma passagem só de ida para algum lugar melhor, para continuar sendo responsável, trabalhando e tendo meus disquinhos sem ninguém me apontando o dedo dizendo que estou errado em comprar cd num momento "em que ninguém compra mais". Fui errado no acontecimento acima, isso não há dúvidas. Mas não, no restante posso ser o que eu quiser, me vestir do jeito que me achar melhor e comprar cds de bandas e artistas dos quais eu admiro não é crime. Não estou escrevendo isso por querer atenção ou compaixão de meus amigos nem que sintam pena de mim. Apenas fui sincero. Obrigado a todos e que tenhamos um ótimo 2016 pois 2015 já deu. Bye.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

U.d.o. e Blitzkrieg - Via Marquês - 15/11/2015

A pedidos, falemos deste show antológico do qual fiz parte. Ia falar sobre outra coisa mas optei por este pois acho mais legal escrever sobre algo positivo e não ficar no foco de assuntos que não acrescentam em nada na minha vida. Esta semana mal começou e mais alguns mostraram o estrago que a rede social fazem nas pessoas. E quando você constata que as pessoas que agem feito patetas são pessoas com o mínimo grau de inteligência, algo está muito ruim. Mas como disse, o post aqui é sobre festa e amizade. Sim, além da música o que rolou neste show foi sim uma confraternização entre amigos, novos e velhos, não importa. O que importou mesmo foi a magia que a música de ambas as bandas transmitiu durante as horas que ficamos no Via Marquês neste domingo último. 
Chegando com um certo atraso na casa, acabamos perdendo boa parte do show do Blitzkrieg e te confesso que gostaria muito mais de vê-los.... Mas deu para comprovar o quanto a banda ainda é foda no palco e caso goste de um heavy tradicional com pegada e um vocal ótimo, eis a chance. Brian Ross estava impecável e mesmo sentindo calor o cara fez um ótimo show junto com a banda que o acompanha. 
Mas aí veio o show que calou a minha boca.... Udo e banda subiram ao palco com um show matador e devo pedir desculpas por todo estes anos ter execrado o baixinho e nem curtindo muito Accept com ele no vocal. Sim, temos nosso direito de gostar ou não de qualquer artista e eu nunca fui simpático a ele. Com o tempo fui curtindo mais Accept com ele e este show me fez acender a chama da possibilidade de conhecer mais sua brilhante carreira solo pois as músicas dele são tão boas quanto ao seu estágio na banda alemã. Sinceramente, fiquei sem palavras e até agora não caiu a minha ficha que eu vi este show brilhante e decidido ir encima da hora. Esta noite foi um autêntico passeio aos anos 80. 
E quando Udo voltou com as faixas do Accept... meus amigos, o que foi aquilo... Juntamente com os brothers of metal, pulamos, vibramos, sorrimos e nos emocionamos com Balls to the walls, Fast as a shark e o final apoteótico com Princess of a dawn. 
E assim, neste clima descemos a serra e pode escrever o que estou dizendo: este show não sairá tão cedo da cabeça dos que estavam lá e mostra o que já sabemos: que o heavy metal é o estilo mais unido, sincero e que não necessita de estar na moda ou " na boca do povo". Obrigado a todos os amigos que abrilhantaram ainda mais esta noite!!!!!!!


segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Elis Regina - Essa Mulher

Essa mulher maravilhosa cuja voz encanta cada vez mais a minha vida. É assim que é tratada Elis Regina aqui. Aproveitando o gancho do livro publicado atualmente e que foi devorado por este que vos escreve, cada vez mais fui sendo agraciado por uma história musical e pessoal duma mulher de personalidade difícil é verdade mas ainda assim uma cantora que nunca arredou o pé para certas mazelas da vida e que a infelicidade a tirou daqui no dia 19 de janeiro de 1982. Mas não vou me aprofundar em certos detalhes não por medo nem quero tampar o sol com a peneira. Mas quero simplesmente falar deste som de 79 e que ainda contou com a regência e arranjo do grandioso músico Cesar Mariano, um dos maiores músicos do Brasil e do mundo. Elis por si só foi a melhor cantora do mundo mas Cesar possui créditos ao trazer a sonoridade certa para a voz da nossa gauchinha.
Em mais um discaço Elis juntamente com Cesar e produção de Mazola gravaram um dos melhores discos da cantora. Nesta época ela já era a cantora número 1 do país e sua importância causou uma comoção entre os que amavam ( o público) e os que odiavam ( militares) pois por ser porta voz daqueles que lutavam contra a ditadura, acabava sendo vista por uma persona non grata em relação aos senhores fardados. Aqui consta a música mais linda que Elis gravou em minha opinião,  O bêbado e a equilibrista. Composição de Aldir Blanc e João Bosco a música foi tema da anistia e a letra falava claramente dos tantos que foram vítimas da ditadura militar mas duma forma bonita. Lembro que ouvia sempre esta música durante minha infância mas não sabia quem era aquela voz tão linda que vinha do rádio mas sentia uma espécie de conexão com o que vinha daquela voz feminina.
Mas há outros destaques além do bêbado e da equilibrista como a faixa que abre o disco, Cai dentro de Baden Powell e Paulo Cesar Pinheiro. Essa mulher também é ótima e foi composta por Joyce e Ana Terra e interpretada por Elis de forma sensacional. Outra joia musical está em Basta de clamares inocência de Cartola e algo que sempre caminhou juntamente com Elis foi a afinação de sua voz que era algo impressionante. Eu hein Rosa também merece um destaque pois com a levada alto astral e Elis solta e leve a composição de João Nogueira e Paulo Cesar Pinheiro torna-se algo maravilhoso. Outro destaque é Bolero de Satã ( Elis já era black metal em 79? ) dueto dela com o figuraça Cauby Peixoto que ficou demais. Além dessas o disco ainda conta com Beguine dodói, Altos e baixos, Pé sem cabeça e o encerramento com a lindíssima As aparências enganam com Elis interpretando duma forma tão sincera que parece que a música era de sua autoria. Enfim, este disco é mais um que indico a você pai e mãe que gostaria que seu filho fosse uma pessoa melhor ouvir e tirá-lo desta bunda molice que é ouvir mumuzinho ou assistir reality show. Se pelo menos um desses idiotas que ouvem funk ou qualquer porcaria feita para lavar cérebros pegasse um disco da Elis para ouvir, ia perceber que há coisa melhor do que esses lixos de hoje. Obrigado Elis por me tornar uma pessoa melhor diferenciada!!!!!!!

domingo, 1 de novembro de 2015

Wintter - Wings

Na primeira vez que este disco veio em minhas mãos, não consegui ouvir pois algum problema na fabricação no cd não realizou a minha vontade de ouvir este disco. Agora novamente em mãos graças a Blaster, pude conferir este ótimo álbum de hard rock. Sim, mais uma bandaça de hard rock em mãos e mais uma vez fico feliz. Porque música é felicidade e espanta alguns fantasmas dos quais queremos ver longe das nossas vidas e memórias. Aqui temos 11 faixas inspiradas!!!!! Saca aquele disco que começa agradável e no final você acha foda? Wings é assim. Ele inicia com a ótima e tímida Crazy flying guys num clima totalmente positivo e uma banda tocando muito bem e sabendo que está fazendo. See you in hell vem na sequência e traz uma pegada mais pesada mas ainda assim com bastante melodia, principalmente nos vocais. Ótima música!!!! Dreamer é outro achado maravilhoso, uma pérola musical da qual não precisa mudar o mundo ou virar um hit obrigatório. Ela apenas existe, o que já é bom demais. The letter, Take your wings, The fly warriors, Wings, Aces never die, God of war e The airplane rides mantém a mesma pegada e aqui eu já me rendi ao som do Wintter e o disco já me cativou vorazmente. O disco encerra com uma das mais lindas baladas que já pude ouvir, a espetacular Wings of hope numa mensagem para todos nós em relação ao que anda acontecendo. Resumindo: o que está esperando para perguntar pro Rafa se consta este disco na loja?